Linha Livre com Geraldo Castro | Arquivo por Pesquisa
Sábado, 8 de agosto de 2020.

Aprovação ao governo Temer cai para 10,3%, mostra pesquisa CNT

Michel Temer

A avaliação positiva da gestão do presidente Michel Temer (PMDB) apresentou queda nos últimos quatro meses e foi para 10,3%, de acordo com pesquisa CNT/MDA divulgada nesta quarta-feira pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) – destes, 9,1% consideram o governo como “bom” e apenas 1,2% o avaliam como “ótimo”. O levantamento anterior, divulgado em outubro do ano passado, apontava uma avaliação positiva por parte 14,6% dos entrevistados.

Já o índice de rejeição ao governo subiu, passando de 36,7% na pesquisa passada para 44,1% – deste total, 17,6% avalia a administração como “ruim”, enquanto 26,5% classificam o desempenho como “péssimo”. Já para 38,9% dos entrevistados, o governo Temer tem tido uma atuação “regular”.

Em relação à aprovação do desempenho pessoal do presidente, também foi registrada uma queda – de 31,7% para 24,4%. Já o número de pessoas que desaprovam subiu de 51,4% para 62,4%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de fevereiro. Foram ouvidas 2002 pessoas em 138 municípios de 25 unidades federativas, nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança.

 

Corrupção não mudou

Para quase 49% dos entrevistados, a corrupção no governo Temer é igual à da gestão de Dilma Rousseff (PT). Já para 31,5%, o problema era maior com a petista, enquanto 16,1% avaliam que ele aumentou com Temer. Na visão de 71,8% dos que responderam a pesquisa, o combate à corrupção no país, em aspectos gerais, cresceu nos últimos anos, enquanto 22,4% consideram que os desvios não passaram a ser mais coibidos no Brasil.

Um terço dos brasileiros, segundo a pesquisa da CNT, julga que a corrupção ocorre na mesma medida nos Três Poderes. Já para 23,7%, ela é maior no Legislativo, enquanto 19,4% avaliam que ela é superior no Executivo e 10,2% acham que o problema afeta mais o Judiciário. Na visão de nove em cada dez entrevistados, não existe partido político sem corrupção no país. Para 54,7%, a maior parte dos brasileiros também pratica esse tipo de delito.

(Com Estadão Conteúdo)

 

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No Brasil, 57% concordam que “bandido bom é bandido morto”, diz Datafolha

A famosa definição de que “bandido bom é bandido morto” tem a concordância de 57% da população brasileira, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta quarta-feira (2), contratada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados fazem parte do 10° Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado nesta quinta-feira (3).

O número é sete pontos percentuais maior que o da pesquisa de 2015, quando 50% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que “bandido bom é bandido morto.” Porém, no ano passado, a pesquisa foi feita apenas nas cidades com mais de 100 mil habitantes. Agora, pela primeira vez, foi traçado um panorama nacional da percepção sobre o tema.

Ainda entre os entrevistados, 34% afirmaram discordar da afirmação; 6% não concordam, nem discordam; e 3% disseram que não saberiam responder.

Segundo Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a revelação mais forte da pesquisa de 2016 é que o percentual que concorda com a frase cresce nas cidades menores. “Notamos que essa crença se dá com força mais robusta nos municípios com menos de 50 mil habitantes. É um dado inédito”, disse.

Para Lima, há uma explicação para essa diferença. “Em geral, os dados nos remetem a duas polícias diferentes: uma polícia que atende a grandes cidades, e outra que atende a municípios menores. Nos menores, a polícia parece que é mais conhecida, tem um envolvimento maior com as pessoas; quando a violência chega, assusta de forma mais intensa, o que acaba gerando mais adeptos a essa teoria. No caso das grandes cidades, existe um distanciamento de polícia e sociedade.”

Diferenças

A pesquisa também mostra percepções diferentes de acordo com alguns estratos sociais. Por exemplo: a morte de bandidos é defendida por 60% dos homens e 55% das mulheres.

A diferença também existe entre os níveis de escolaridade. Para quem tem até o nível fundamental, essa concordância chega a 62%, caindo para 57% entre os que têm nível médio e 50% entre os de nível superior.

Em termos regionais, Norte e Sul são os que apresentam maior grau de concordância com a afirmação: 61%. O Sudeste tem o menor, com 53%. No Nordeste, esse índice ficou em 60% e no Centro-Oeste, 59%.

Já com relação à faixa etária, os jovens se demonstram mais tolerantes. Entre 16 e 24 a nos, o índice de concordância à morte de bandidos é de 54% e vai subindo até a faixa de 60 anos ou mais, onde o grau de concordância chega a 61%.

Para a pesquisa foram ouvidas 3.625 pessoas, em 217 municípios, entre os dias 1º e 5 de agosto. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Pesquisa CNI-Ibope revela que 51% da população condena segurança pública

Brasília – A maioria da população brasileira condena a segurança pública: exatos 51% considera a situação da segurança pública “ruim” ou “péssima”, revela a Pesquisa CNI-Ibope Retratos da Sociedade Brasileira: Segurança Pública, divulgada nesta quarta-feira, 19.10, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). 
Constata a pesquisa que a segurança pública é o segundo pior problema enfrentado pela população brasileira, só perdendo para a saúde, mas quando combinada com as drogas, que aparecem em terceiro lugar na lista das mazelas nacionais, assume a dianteira. 
Segundo o levantamento, 36% dos brasileiros avaliaram como “regular” o serviço de segurança pública. O cenário piora quando se verifica que para 37% das pessoas o serviço piorou nos últimos três anos, permanecendo do mesmo jeito para 47% dos entrevistados.
A pesquisa CNI-Ibope – que ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 28 e 31 de julho – faz um diagnóstico da percepção da população sobre várias questões da segurança pública e sobre temas como pena de morte, redução da maioridade penal, qualidade das instituições, entre outros.
Soluções – A melhor solução para melhorar a segurança pública, apontada  por 58% da população, é combater o tráfico de drogas. Dos entrevistados, 37% sugeriram aumentar o policiamento nas ruas, 27% aumentar as penas pelos crimes cometidos e 24% reprimir a venda ilegal de armas. Outros 17% propuseram ampliar a presença do Estado nas comunidades carentes com políticas públicas, como de educação e saneamento, e igualmente 17% sugeriram ampliar as políticas de combate à pobreza (14%).
Uma parcela significativa da população, de 58%, considera que a polícia não  melhorou nem piorou nos últimos 12 meses. Na avaliação de 42%, para que a atuação policial melhore, é preciso haver aumento de salários, enquanto para 41% é necessário melhorar a formação profissional. Punição exemplar de maus policiais (37%) e a melhora nos equipamentos utilizados pela polícia (36%) são outras ações apontadas para uma atuação mais eficiente da polícia.
Dividida – De acordo com a pesquisa CNI-Ibope, a população está rigorosamente dividida sobre a aplicação da pena de morte no Brasil: 46% são favoráveis e 46% são contrários. A instituição da prisão perpétua, porém, tem a aprovação de 69%  dos brasileiros. O gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, Renato da Fonseca, que divulgou o estudo, enfatizou que tais dados demonstram haver grande vontade da sociedade no combate à violência.
As Forças Armadas e a Polícia Federal são as instituições melhor avaliadas pela população, com conceitos de “ótima” e “boa” para 63% (Forças Armadas) e 60% (PF). Em oposição, o Congresso Nacional e o Poder Judiciário são as instituições com pior conceito: nada menos do que 40% dos brasileiros consideram a atuação do Congresso “ruim” e “péssima”, índice que é de 32% no caso da Justiça.
As informações são CNI – Confederação Nacional das Indústria e Ibope.
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Prefeitura realizará pesquisa para o Plano de Mobilidade do Centro de São Luís

Secretário Clodomir Paz realizará pesquisa sobre mobilidade
A partir da próxima terça-feira (18) até o dia 27 de outubro, a Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT) vai realizar entrevistas com os cidadãos que trafegam pelos diversos pontos próximos ao Centro de São Luís. O objetivo é saber de onde vêm e para onde vão as pessoas que se deslocam diariamente ao Centro da capital, qual o meio utilizado para esse deslocamento e quais os respectivos horários de maior movimentação na área em estudo.
A pesquisa faz parte do Plano de Mobilidade Urbana do Centro da capital que será realizado pela Prefeitura de São Luís com o objetivo de proporcionar melhorias significativas no trânsito da cidade. O projeto consiste na elaboração de estudos e propostas relativas à mobilidade de veículos e pedestres para a área da cidade circundada pelo Anel Viário.
O Plano de Mobilidade está incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) das Cidades Históricas, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Ministério da Cultura e consiste na elaboração de um planejamento de circulação, transportes e terminais de passageiros, ciclovias, vias para pedestres e transportes de carga na área central da cidade.
Sistema de Transporte Coletivo – Na primeira etapa do projeto, serão realizadas entrevistas com a população com o intuito de obter informações que servirão como base inicial para o Plano de Mobilidade Urbana do Centro. Com fundamento nessas informações, será possível redimensionar o Sistema de Transportes Coletivo e implantar projetos de melhorias de mobilidade na área central de São Luís.
Para o secretário municipal de Trânsito e Transportes, Clodomir Paz, o ato de ouvir a população da cidade torna as ações da Prefeitura mais democráticas, traz maior sintonia com as reais necessidades da população em relação à mobilidade de pessoas e veículos no Centro, além das necessidades que já estão contempladas na concepção do projeto.
A SMTT conta com a colaboração da população no sentido de atender ao pesquisador da Prefeitura, respondendo ao questionário. As pesquisas acontecerão das 6h às 22h00.
BOX
LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE PESQUISA:18/10 – Ponte Bandeira Tribuzzi (semáforo próximo ao Banco do Brasil)
19/10 – Ponte José Sarney
20/10 – Av. dos Portugueses / Rotatória do Bacanga
25/10 – Estrada da Vitória 26/10 – Av. Getúlio Vargas 27/10 – Av. Kennedy 27/10 – Av. dos Africanos
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