Linha Livre com Geraldo Castro | Mirante AM – Abrindo o Verbo
Quinta-feira, 9 de julho de 2020.

Guedes e militares temem que parte de vídeo sobre China vaze

Da Folha de São Paulo

A preocupação é que o vazamento das novas críticas possa agravar mais ainda a relação entre Brasil e China. Isso pode afetar a cotação do dólar e os índices da Bolsa.

Na sexta, o mercado reagiu de maneira positiva ao conteúdo da reunião. Analistas financeiros ouvidos pela Folha esperavam que o discurso anti-China fosse mais forte.

O receio é que essa expectativa se quebre caso o restante do conteúdo seja revelado.

Para evitar uma futura crise, a cúpula militar tem defendido que o Ministério de Relações Exteriores se antecipe.

Os fardados do governo pedem que o Itamaraty entre em contato nesta semana com o governo chinês para reafirmar a parceria comercial entre os dois países. Eles querem ainda reforçar que comentários avulsos não representam a posição oficial da atual gestão.

Segundo relatos feitos à Folha, Guedes pediu a Bolsonaro que oriente a equipe ministerial a evitar novas críticas à China. O ministro argumenta que não se pode olhar ideologia quando o assunto é comércio exterior, especialmente pelo fato de o país ser o principal parceiro e sustentar grande parte das exportações.

De janeiro a abril deste ano, o país asiático comprou US$ 20,9 bilhões em produtos brasileiros. O saldo comercial foi positivo para o Brasil em US$ 9 bilhões.

Mesmo com a pandemia, o resultado melhorou em relação a 2019.

Com os EUA, segundo maior parceiro comercial do Brasil, houve forte retração nas exportações e no saldo total. As vendas para os americanos somaram US$ 7 bilhões. A balança total foi negativa em US$ 3 bilhões no mesmo período.

O pedido para que fossem retirados trechos ofensivos à China do vídeo da reunião foi feito pelo governo brasileiro, sob a alegação de que tinham assuntos potencialmente sensíveis.

Mesmo assim, críticas menos fortes ao governo chinês foram mantidas no conteúdo divulgado. Em um dos trechos revelados, por exemplo, Guedes diz que a China deveria financiar uma espécie de Plano Marshall para os países atingidos pelo novo coronavírus.

“A China [trecho omitido] deveria financiar um Plano Marshall para ajudar todo mundo que foi atingido”, disse o ministro sobre planos de recuperação econômica em resposta à crise da Covid-19, que teve origem no país asiático.

Em outro ponto da reunião, ele afirmou que o Brasil tem de “aguentar” o país asiático por ser o maior comprador de produtos brasileiros hoje.

“A China é aquele cara que você sabe que você tem de aguentar, porque, para vocês terem uma ideia, para cada um dólar que o Brasil exporta pros Estados Unidos, exporta três pra China”, ressaltou.

Segundo assessores de Guedes, ele usou a metáfora com o intuito de mostrar que os chineses são importantes para o Brasil após observar críticas feitas por ministros. ​

Após a divulgação do conteúdo, a embaixada chinesa no Brasil publicou nota. Ela evitou comentar os trechos revelados, mas disse que Brasil e China são “parceiros estratégicos globais” e juntos vencerão a crise sanitária.

A posição antichinesa no governo é capitaneada pelo núcleo ideológico, favorável a uma parceria com os EUA.

O comportamento é bastante criticado por ministros como Tereza Cristina (Agricultura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

Em abril, por exemplo, o ministro Abraham Weintraub (Educação) usou o personagem Cebolinha para fazer chacota da China.

Em março, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fez postagem também nas redes sociais culpando a China pelo novo coronavírus. Após repercussão negativa, ele disse que nunca quis ofender.

Nos dois episódios, o embaixada chinesa no Brasil reagiu de maneira dura.

No caso do filho do presidente, Bolsonaro telefonou para Xi Jinping em um esforço para aparar arestas de uma crise diplomática.

 

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SOU RADIALISTA E AMO O RÁDIO

Com o avanço da tecnologia os veículos de comunicação tiveram de se adequar aos novos tempos, mudando sua maneira de informar, e, descobrindo novas maneiras para alcançar o público.

Hoje já se pode fazer uma matéria com o entrevista a centenas de quilometros de distância, como se ele estivesse presente no estúdio. As TVs já fazem programas inteiros com os repórteres entrando ao vivo a todo instante.

Nas Redes Sociais pode-se reunir um grupo de amigos e conversar com imagem, basta ter uma boa conexão de internet, e tome conversa por horas a fio, ou melhor, sem fio.

Mesmo acompanhando a evolução e tendo minhas redes sociais, ainda tenho dificuldade para abandonar o meu bom e velho Rádio, onde falo com as pessoas, algumas até sem conhecer, mesmo que a tecnologia me permita ver o meu entrevistado.

Me perguntaram outro dia; “por que não faz LIVE e comenta os acontecimentos atuais do Brasil, do Maranhão e do Mundo. Respondi; prefiro esperar essa “onda” passar e voltar ao estúdio onde apresento o Abrindo o Verbo e o Rádio Mania na Mirante AM.

Meu habitat natural é o estúdio com um operador de áudio, falando com o povo pelo telefone, e recebendo mensagens nas redes sociais, cobrando das autoridades. Então, não penso em fazer LIVE, quero esperar a volta a minha condição de Radialista, e continuar amando este veículo chamado rádio, que é o mais abrangente e sério entre todos os demais. Viva o Rádio!

 

 

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Valor, da Globo, sugere cassar chapa Bolsonaro-Mourão, mas lembra que isso depende “do cabo e do soldado”

Jornalista Maria Christina Fernandes, colunista política do Valor Econômico, aponta que a cassação no TSE seria o caminho mais viável para o Brasil se livrar de Jair Bolsonaro, hoje rejeitado por 50% dos brasileiros, mas aponta o complicador militar.

247 – A jornalista Maria Christina Fernandes, colunista do Valor Econômico e uma das melhores analistas políticas do País, aponta que o melhor caminho para o Brasil se livrar o desastre Jair Bolsonaro é cassação da chapa Bolsonaro-Mourão, o que abriria espaço para novas eleições.  “Se cabo, soldado e Centrão deixarem, bastam quatro votos no TSE”, diz ela.

“Das saídas constitucionais para o fim do governo Jair Bolsonaro, a da cassação da chapa pelo Tribunal Superior Eleitoral é aquela que parece mais simples. Não carece de convencer o capitão a renunciar, nem de alargar o funil dos 343 votos necessários à chancela parlamentar para um processo de impeachment. Bastam quatro votos”, aponta ela, em sua coluna.

“São seis os processos que correm no TSE. Tem de tudo lá, mas nenhuma das acusações agrega maior apelo hoje do que o disparo de mensagens falsas. Andam com o vagar próprio dos processos da Justiça Eleitoral, mas podem ser pressionados por duas investigações em curso. A primeira é aquela que apura a manipulação da investigação do desvio de verbas no gabinete do senador Flávio Bolsonaro na campanha de 2018.  A segunda investigação é aquela conduzida, no Supremo Tribunal Federal, sobre a máquina de notícias falsas”, pontua ainda a jornalista.

A lei diz que se a chapa é cassada no primeiro biênio do mandato presidencial, faz-se nova eleição. Se for no segundo, convoca-se eleição indireta, em até 90 dias, lembra a jornalista. “Se a pedreira é tão grande, por que a ‘opção TSE’ continua sobre a mesa? Porque todas as demais saídas parecem tão ou mais difíceis. A ver, porém, se os percalços permanecerão em pé se o país, no balanço dos milhares de mortos e milhões de desempregados, decidir que não dá para seguir adiante sem afastar o principal culpado”, finaliza Maria Christina Fernandes.

 

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Defesa Civil da Prefeitura de São Luís visita bairros com áreas derisco para orientar sobre ações de combate ao novo coronavírus

Sob a orientação do prefeito Edivaldo, agentes têm levado informações conscientizando sobre a necessidade do isolamento social e uso de máscaras durante a pandemia

Defesa Civil da Prefeitura de São Luís visita bairros com áreas de risco para orientar sobre ações de combate ao novo coronavírusEm uma iniciativa da Prefeitura de São Luís, agentes da Defesa Civil, órgão ligado à Secretaria Municipal de Segurança com Cidadania (Semusc), vem percorrendo bairros que tem áreas de riscos catalogadas pelo município orientando sobre prevenção ao novo coronavírus, isolamento social e uso de máscaras nas vias públicas e estabelecimentos comerciais de serviços essenciais autorizados a funcionar na capital maranhense. O trabalho que foi iniciado em março, logo no inicio da pandemia e intensificado durante o lockdown (quando foram estabelecidas medidas de isolamento mais restritivas), segue em diversos bairros da capital como uma das medidas de combate à Covid-19 colocadas em prática pela gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior.

A Defesa Civil municipal também tem pedido à população que evite aglomerações e só saia de casa se for realmente necessário. “O momento em que estamos vivenciando é de conscientização, por isso estamos solicitando que os moradores da cidade façam sua parte e nos ajude a manter o isolamento social, com uso de máscaras e hábitos de higiene para prevenir e controlar o novo coronavírus”, informa o secretário municipal de Segurança com Cidadania, Heryco Coqueiro.

Com a ação a Defesa Civil de São Luís já percorreu dezena de bairros, todos com pontos de riscos mapeados pelos agentes da Prefeitura, justamente por também serem áreas de grande concentração de pessoas, bares e outros comércios. Entre as comunidades visitadas estão bairros como Coheb, Sacavém, Jordoa, Salina do Sacavém, Vila Cerâmica, Vila Bacanga I e II, Vila Dom Luís, Vila Isabel, Alto da Esperança, Vila Embratel, Mauro Fecury I, Fumacê, Sá Viana e Coroadinho.

Foram envolvidos 16 agentes na operação, divididos em três grupos que ser reversam no trabalho. “A escolha dos locais visitados teve como base as principais áreas de níveis de risco alto e muito alto, como a área do Coroadinho e a área Itaqui-Bacanga”, destaca a superintendente da Defesa Civil, Elitania Barros. Segundo ela, o quantitativo de pessoas que foram abordadas durante as visitas dos agentes da Defesa Civil, com o repasse das informações, alcançaram, somente durante o lockdown, mais de 500 pessoas.

A ação permanece e poderá estendida para outras áreas de São Luís, dependendo da necessidade. O apelo nas ruas feito pelos agentes da Defesa Civil é uma iniciativa da gestão do prefeito Edivaldo, que adotou inúmeras medidas de prevenção e controle ao novo coronavírus e tem usado as redes sociais para solicitar à população que mantenha o isolamento social.

 

 

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Novos casos na China sinalizam que o coronavírus pode estar em mutação

247 – Médicos da China observam que o coronavírus se manifesta de forma diferente entre pacientes de um novo foco na região nordeste do país, em comparação com o surto original em Wuhan. O patógeno pode estar em mutação de maneiras desconhecidas e, por consequência, aumenta a dificuldade para eliminá-lo. Cerca de 46 casos foram registrados nas últimas duas semanas, espalhados por três cidades (Shulan, Jilin e Shengyang) em duas províncias chinesas. O novo surto levou a novas medidas de confinamento em uma região de 100 milhões de pessoas.

Um dos principais médicos da China especializado em cuidados intensivos, Qiu Haibo afirmou a um canal de TV estatal que pacientes nas províncias de Jilin e Heilongjiang, no norte do país, parecem portar o vírus por um período mais longo, e seus testes demoram mais para dar negativo.

 

De acordo com o médico, pacientes na região nordeste também parecem levar mais do que uma a duas semanas para apresentar sintomas após a infecção da Covid-19, o prazo observado em Wuhan. O atraso complica a identificação de casos pelas autoridades chinesas antes que contagiem mais pessoas, afirmou Qiu, que agora está na região norte tratando pacientes.

 

“Como os pacientes infectados não apresentaram sintomas por um período mais longo, isso criou focos de infecções familiares”, disse Qiu, que trabalhou em Wuhan para ajudar no combate do surto original. Seus relatos foram publicados na Bloomberg News.

 

De acordo com a plataforma Worldometers, que disponibiliza o ranking global de confirmações, são 5 milhões de casos e 325 mil mortes em todo o mundo para causa do coronavírus. A China ocupa a 13ª posição, com 82,9 mil confirmações. Ao todo, 4,6 mil pessoas morreram no país asiático por conta da Covid-19.

 

Em primeiro lugar no ranking estão os Estados Unidos, com 1,5 milhão de casos. Em segundo está a Rússia (308,7 mil), seguida pela Espanha (278 mil) e pelo Brasil (271 mil).

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Hildo Rocha responsabiliza Flávio Dino pelas mortes e quebradeira das empresas no Maranhão.

A falta de planejamento e organização no enfrentamento da Covid-19 por parte do governador do Maranhão, Flávio Dino, foi apontada pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA) como as causas principais do aumento do número de casos de morte da doença e a falência de várias empresas no estado.

“O Maranhão amanheceu, dia 18 de maio com 549 pessoas mortas por causa do novo Coronavirus”, lamentou o deputado. Ele lembrou que o primeiro caso  de morte da Covid-19, no estado, aconteceu no dia 29 de março, na UPA da Cidade Operaria, em São Luís. “São 49 dias da primeira morte e a situação só piorou no Maranhão”, ressaltou.

“O que fez o governador Flavio Dino para enfrentar a Covid-19?”, questionou o deputado. “Editou mais de 20 decretos governamentais, todos,apenas, tirando direitos dos cidadãos” respondeu.

Hildo Rocha citou como exemplo de retirada de direitos dos maranhenses e atraso para o estado, o decreto 35.677,do dia 21 de março, que determinou o fechamento de todas as atividades econômicas no Maranhão. “Naquela data existiam apenas 2 casos confirmados e nenhum óbito por causa do novo coronavírus, no Maranhão. 58 dias após a paralização das atividades econômicas no Maranhão nós temos 549 óbitos e 12.490 novos casos confirmados. Só nos resta lamentar e mostrar para a população as maldades do governador do estado, não sei se de forma consciente ou inconscientemente”, pontou Hildo Rocha.

O deputado maranhense afirmou que não tem como combater essa pandemia sem ações coordenadas entre o governo do estado e as prefeituras. Ele lembrou que a maior parte das unidades básicas de saúde são da rede municipal. Que o governador Flávio Dino nunca se reuniu com os prefeitos do estado para realizar ações em conjunto para enfrentar a Covid-19. Rocha afirmou ainda que o governador Flávio Dino não tem apoiado os municípios nesse momento de dificuldades, nem mesmo repassado os remédios necessários para o tratamento da Covid-19, o novo coronavírus.

“O governador do Maranhão não combateu a doença, ele criou novas doenças”, disse o parlamentar. “Quantas vezes o Flavio Dino se reuniu com os prefeitos para tratar do combate ao Covid-19 no estado? Nenhuma vez. 95% das unidades de saúde são municipais. Como fazer o combate a doença na sua primeira etapa, no início dela, sem que os responsáveis pela porta de entrada do Sistema de Saúde de 95% dos casos participe. O Sistema Único de Saúde (SUS) é tripartite: estados, municípios e União”, observou.

Segundo ainda, o deputado, o governador do Maranhão não se preocupou em organizar um sistema de saúde no estado conforme preceitua a legislação do SUS.

“Quantas UTI’s o Flavio Dino instalou no Maranhão, de forma descentralizada, nesses últimos meses no intuito de salvar vidas? Nenhuma. Agora, mesmo depois dessas mortes todas no interior ele faz de conta que não tem conhecimento do que está acontecendo. Foi preciso a Companhia Vale do Rio Doce se compadecer dos maranhenses e instalar um hospital de campanha no interior do Maranhão, em Açailândia, com UTI. Ajuda, mas não resolve.E a baixada maranhense? E o sul do estado? A região do baixo Parnaiba? A região dos lençóis? E a região dos cocais?, como ficam? o povo vai continuar morrendo por falta de ação do governador“, desabafou o deputado Hildo Rocha.

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Começa a funcionar a partir desta quarta (20) novo call center da Prefeitura de São Luís voltado para demandas da assistência social

 

Pelo telefone (98) 3133-6407 pessoas atendidas pela política assistencial da gestão o prefeito Edivaldo poderão ter acesso a serviços da Semcas, Cras e Creas; central telefônica é fruto de uma parceria com o Grupo Elo

Começa a funcionar a partir desta quarta (20) novo call center da Prefeitura de São Luís voltado para demandas da assistência socialA partir desta quarta-feira (20), a Prefeitura de São Luís contará com um número exclusivo para atender o público acompanhado pela política de Assistência Social. A iniciativa da gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior é voltada para o cuidado com as pessoas em situação de vulnerabilidade social durante a pandemia da Covid-19. O novo call center (98) 3133-6407 é fruto de uma parceria com o Grupo Elo, por meio da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), sem custos financeiros para os cofres municipais. Com atendimento ampliado, terá capacidade para receber até duas mil ligações diariamente.

A ação garantirá que a população vulnerável, neste momento de isolamento social, tenha canais disponíveis para atender às demandas. Com funcionamento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, a nova central contará com aumento da capacidade e qualificação do atendimento. Estes fatores garantirão acesso mais facilitado à população em situação de vulnerabilidade social que é atendida tanto pelos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), quanto os Centros de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), que foram incluídos também no call center.

A partir desta quarta-feira (20), a central contará com um menu para escolha do tipo de atendimento desejado, como definir se o solicitante precisa de atendimento para os Cras ou Creas, ou escolher o tipo de suporte que precisa para cada um desses serviços. Medida que garantirá mais agilidade e facilidade durante a ligação.

No menu da central, pode-se definir para qual serviço pretende se dirigir, se Cadastro Único (inscrição ou atualização); benefícios eventuais como auxilio-funeral, auxilio-renda, auxilio-natalidade; denúncias de violação de direitos, dúvidas ou outras informações.

O Grupo Elo, parceiro da Prefeitura na ação, é um conjunto de empresas que tem como missão desenvolver e contribuir com o relacionamento entre empresas e consumidores, que nasceu em meio à transformação digital. Com modelos de atendimento personalizados e inovadores, atuam através do telefone ou dos novos meios digitais.

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Weintraub diz em vídeo que ministros dos STF são 11 fdps

Site 247

Em alinhamento com a tropa de choque bolsonarista, que ataca o STF, para desviar atenções do inquérito sobre eventuais interferências de Jair Bolsonaro na PF, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que a Corte era composta por 11 fdp. A declaração foi concedida em reunião ministerial, de acordo com a jornalista Thaís Oyama

(Foto: Marcos Correa – PR)

247 – Enquanto o Palácio do Planalto resiste em entregar ao Supremo Tribunal Federal o vídeo sobre uma reunião entre membros do governo e o ex-ministro Sérgio Moro (Justiça), o titular da Educação, Abraham Weintraub, afirmou que a Corte era composta por 11 filhos da puta. A informação é da coluna de Thaís Oyama.

O Planalto argumenta apenas que o encontro tratou de “assuntos potencialmente sensíveis e reservados de Estado, inclusive de relações exteriores”.

Moro deixou o governo no último dia 24 após Bolsonaro exonerar Mauricio Valeixo da Diretoria-Geral da PF. “O presidente me relatou que queria ter uma indicação pessoal dele para ter informações pessoais. E isso não é função da PF”, disse o ex-juiz em coletiva de imprensa naquele dia.

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Uso de máscaras é uma das determinações mais cumpridas no lockdown na proteção à Covid-19

Antes do início do lockdown, a gestão do prefeito Edivaldo já vinha investindo em orientação para o uso de máscara pela população, visto que o acessório diminui o contágio pelo novo coronavírus

Fiscalizações da Prefeitura de São Luís comprovam que população da capital aderiu ao uso de máscara como forma de proteção à Covid-19 proteçãoDas regras adotadas para o enfrentamento à pandemia de Covid-19, provocada pelo novo coronavírus, a que menos tem registrado intercorrência durante as fiscalizações realizadas pela Prefeitura de São Luís é quanto ao uso de máscara, um equipamento de proteção capaz de salvar vidas. Com a transmissão comunitária e o crescimento de casos da doença em todo o país, o acessório foi incorporado, sem resistência, na rotina da população ludovicense. Agora, com o regime de lockdown, a gestão do prefeito Edivaldo Holanda Junior determinou que as máscaras sejam de uso obrigatório no interior do transporte urbano – tanto para passageiros, quanto para motoristas e cobradores – e também em mercados e feiras da capital – para feirantes, funcionários da administração e consumidores. Já o Decreto Estadual Nº 35.784/2020 estabelece que o acessório também é obrigatório em todos os locais públicos ou privados de uso coletivo.

As máscaras só não são mais importantes que o distanciamento social, mas possuem grande significado no combate à Covid-19. As máscaras, sejam elas descartáveis, reutilizáveis ou caseiras têm tido adesão quase universal por parte da população de São Luís. “Felizmente, não temos registrado resistência por parte da população quanto ao uso de máscara. Somada ao distanciamento social, lavagem correta das mãos ou uso de álcool em gel, o uso de mascara é um cuidado importante no combate ao coronovírus. Aderindo ao uso da máscara e obedecendo às demais regras de enfrentamento, certamente passaremos por essa crise bem mais rápido”, ressaltou o prefeito Edivaldo Holanda Junior.

Antes do início do bloqueio mais rigoroso do funcionamento dos serviços públicos, comércio e outras atividades não essenciais, o chamado lockdown, a Prefeitura de São Luís já vinha investindo em orientação para o uso de máscara pela população em geral, desde que o Ministério da Saúde reconheceu, há pouco mais de um mês, que a máscara é uma arma importante no combate à Covid-19. Agora, com o Decreto Estadual N° 35.784/2020, ela se tornou obrigatória para todos os ludovicenses durante estada em locais públicos ou privados de uso coletivo, e as equipes de fiscalização têm registrado positivamente essa adesão durante as inspeções realizadas de forma ainda mais incisiva, desde o dia 5 de maio, nesses espaços.

“Durante nosso trabalho de fiscalização em diversos pontos da cidade, o que temos percebido é o uso da máscara por todos que encontramos. Nosso trabalho, na maior parte, é de orientação das regras de prevenção e até agora não houve resistência em seguir, as pessoas recebem bem as orientações e estão cumprindo adequadamente com o recomendado pela Prefeitura de São Luís”, destacou o superintendente de Fiscalização de Postura da Blitz Urbana, Arnoldo de Assis Bastos Segundo.

A equipes das secretarias municipais de Segurança com Cidadania (Semusc), de Agricultura, Pesca e Abastecimento (Semapa), de Trânsito e Transportes (SMTT) e a Vigilância Sanitária Municipal são as responsáveis pela fiscalização de feiras, mercados municipais, supermercados e transporte coletivo, e, até o momento, não registraram o descumprimento de proprietários de estabelecimentos, funcionários e clientes em relação ao uso da máscara. Todos estão fazendo cumprir as recomendações e novas regras da Prefeitura de São Luís e contribuindo para o enfrentamento à pandemia do novo coronavírus.

CONSCIENTIZAÇÃO

A Prefeitura de São Luís passou a recomendar o uso de máscara e, desde o dia 5 de maio, a fiscalizar os locais em que o uso é obrigatório e orientar a população sobre a importância do uso no combate ao novo coronavírus. Há algumas semanas, ela vem fazendo parte da rotina de muita gente e oferecendo uma segurança a mais para quem precisar sair em caso de extrema necessidade, como para ir ao supermercado comprar mantimentos, a exemplo do universitário Alan Patrick Lindoso, de 23 anos.

“No início, quando ainda havia toda aquela questão de ter que usar máscaras, mas elas estarem em falta nos pontos de venda, a gente tentava não sair muito de casa para atividades básicas. Desde que as autoridades de saúde passaram a recomendar o uso das máscaras de pano e elas se tornaram algo bem mais acessível à população, aqui em casa nós começamos a usar para sair e realizar atividades como comprar alimentos e medicamentos de maneira mais segura, sempre seguindo o que as autoridades competentes recomendam com relação aos cuidados nos ambientes coletivos e até mesmo de preservação da própria máscara”, disse Alan.

Assim como ele, quem também se protege e possibilita proteção aos outros é a artesã Claudecy Benavenuto, de 62 anos. “O uso da máscara é fundamental. À medida que eu estou usando e o outro também, já impede a transmissão. A fiscalização que está sendo realizada é uma medida excelente e, por causa dela, observo que cada dia mais as pessoas estão procurando mais a máscara. Aqui em casa mesmo, muitos têm vindo procurar e eu tenho vendido bastante, o que significa que as pessoas estão se conscientizando sobre o uso”. Claudecy passou a produzir máscaras e vender para os vizinhos do bairro em que reside na capital.

FIQUE POR DENTRO

Uma vez que as máscaras cirúrgicas e a N95 devem ser de uso exclusivo por profissionais de saúde, para não provocar escassez na rede, o Ministério da Saúde recomenda que a população utilize máscara caseira, que se feita da maneira correta, tem o mesmo nível de proteção que uma máscara hospitalar.

Pesquisas têm apontado que a utilização dessas máscaras caseiras impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos. Nesse sentido, sugere-se que a população possa produzir as suas próprias máscaras caseiras, utilizando tecidos que podem assegurar uma boa efetividade se forem bem desenhadas e higienizadas corretamente.

O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais. Dado que, quanto maior a aglomeração de pessoas, maior a probabilidade de circulação do vírus, o uso das máscaras caseiras faz especial sentido quando houver necessidade de deslocamento ou permanência para um espaço onde há maior circulação de pessoas.

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Hildo Rocha afirma que elevado índice de mortes por Covid-19, no Maranhão, decorre da falta de planejamento do governador Flávio Dino

Durante Sessão Virtual da Câmara dos Deputados, nesta segunda-feira, o deputado federal Hildo Rocha comentou sobre a assombrosa quantidade de infectados e de mortes provocadas pelo Covid-19, no Maranhão. De acordo com o parlamentar, o Governador Flávio Dino não conseguiu fazer o planejamento adequado para combater a pandemia.

 

“Não houve planejamento para enfrentar a pandemia. Digo isso porque estamos vendo que os números do Maranhão são muito diferentes de outros Estados da Federação Brasileira. As mortes e doenças, por causa do covid-19, no Estado do Maranhão, estão acima da média nacional. As pessoas estão sendo abandonadas à própria sorte nas unidades de saúde, isso é inaceitável. Recebo histórias de algum tipo de descaso todos os dias, fico impressionado e preocupado com tudo isso e não posso me calar diante de toda essa matança”, destacou o parlamentar.

 

Dino não preparou os profissionais da saúde

De acordo com Hildo Rocha a capacitação dos profissionais da saúde que seria competência do governo do estado não foi feita. O parlamentar lembrou que o governo tem um verdadeiro exército da saúde que está sempre à disposição das autoridades para ajudar a combater doenças, mas o governador não quis sequer preparar esses profissionais, que são os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias.

“Todo o sofrimento que nós estamos vivendo no Maranhão é por falta de planejamento do governo do estado. A falta de planejamento é visível. O Governador Flávio Dino não fez planejamento para enfrentar essa pandemia. Ele não promoveu sequer uma capacitação para quem está no dia a dia da população tratando de saúde pública, em todos os bairros, que são os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate a endemias. Esse é um verdadeiro exército que bem preparado, bem equipado e motivado pode ajudar no enfrentamento dessa ou de qualquer outra pandemia. Os profissionais da enfermagem também são tratados com desprezo pelo governador Flávio Dino, com salários irrisórios e sem condições de trabalho. Faltam até mesmo EPI’s”, argumentou o parlamentar.

 

Ação mesquinha

Rocha disse que além de não ter cumprido com as promessas de campanha, de não ter dado a mínima atenção para os agentes de saúde, Flávio Dino negou a capacitação e o fornecimento de equipamentos de proteção para esses valorosos profissionais da saúde pública. O deputado falou ainda que é melhor e menos dolorido fazer a prevenção da doença ou, no infortúnio dessa, fazer o tratamento clínico adequado de forma imediata do que o tratamento hospitalar em função do agravamento da Covid-19.

 

“Flávio Dino age de forma mesquinha, não promoveu a capacitação dos profissionais da saúde para não gastar, paga salários baixos para os profissionais da saúde com o objetivo de economizar dinheiro para poder gastar com o marketing da sua campanha a presidente da república. Com isso acaba deixando as pessoas morrerem e quando morrem ele bota culpa no presidente Jair Bolsonaro. Mas eu debito a Flávio Dino essa matança que está ocorrendo no Maranhão em decorrência da precariedade da rede pública de saúde estadual promovida pelo governo dele”, sentenciou Hildo Rocha.

 

Flávio Dino sucateou as UPAs e hospitais

O deputado Hildo Rocha lembrou ainda que o governador Flávio Dino fechou dezenas de hospitais no Maranhão inteiro, unidades de saúde que foram construídos em outros governos e sucateou as UPAS, e diversas unidades de saúde em todo o Estado.

 

“Se estão acontecendo muitas mortes no Maranhão, não é a Jair Bolsonaro que nós temos que culpar, a culpa é do Governador Flávio Dino, porque foi ele que deixou as Upas e hospitais serem sucateadas, foi o Flávio Dino que fechou os hospitais e precarizou os serviços de saúde no Maranhão inteiro. É Flávio Dino que não paga aos municípios a contrapartida do Estado para os programas de saúde do Sus. Até remédios básicos ele se nega a fornecer à população pobre, algo que nenhum governador do Maranhão jamais fez”, argumentou Hildo Rocha.

 

Decisão catastrófica

Rocha aproveitou, durante seu pronunciamento, para também, criticar a decisão de um juiz estadual que com o apoio do Governador Flávio, decretou o famoso lockdown. O parlamentar enfatizou que as consequências dessa decisão serão catastróficas.

 

“A decisão precipitada do juiz não deveria ter acontecido e a forma do anúncio da sua decisão ainda foi pior, foi uma tragédia, o ato dele. A decisão motivou uma multidão de pessoas a correrem para os mercados, supermercados, farmácias e comércios em geral, ao mesmo tempo. As filmagens mostram que em estabelecimentos comerciais que cabiam apenas trinta pessoas tinham pelo menos quinhentas. A Aglomeração de pessoas foi enorme, foi um ato insano, terrível. Com isso, sem dúvida nenhuma, vai aumentar a quantidade de pessoas infectadas com o novo coronavírus e consequentemente vai provocar a morte de pessoas. Eu vi nos vídeos vários idosos nessas aglomerações fazendo compras para proteger as suas famílias da fome. O culpado é Jair Bolsonaro? O governador Flávio Dino tem que amadurecer, crescer e assumir os seus erros”, concluiu Hildo Rocha.

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