Linha Livre com Geraldo Castro | Arquivo por Ações de saúde
Terça-feira, 27 de outubro de 2020.

Projeto de Lei do deputado Hildo Rocha estabelece piso salarial para agentes comunitários de saúde e de endemias

O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Agentes Comunitários de Saúde, deputado federal Hildo Rocha, é autor do PL 3394/2020, que estabelece piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Combate às Endemias.  A Lei 13708, que alterou a lei 11.350, prevê reajuste salarial para os ACS e ACE até o ano de 2021.

“O Projeto de minha autoria, que já está em tramitação, modifica o art. 9ºA da Lei no 11.350, de 5 de outubro de 2006, garantindo que a partir de 1º de janeiro de 2022, o piso salarial dos agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias não será inferior a dois salários mínimos. Em 2018 lutei para aprovarmos a lei 13.708 que garante reajuste para esses profissionais da saúde até o ano de 2021. Esse meu projeto assegura aos ACS E ACE um rendimento digno, compatível com a complexidade e importância das atividades exercidas por eles”, explicou o parlamentar.

Atribuições relevantes 

Os Agentes Comunitários de Saúde tem como atribuições atuar na prevenção de doenças e promover ações de saúde, mediante atividades domiciliares ou comunitárias, individuais ou coletivas, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS que normatizam a saúde preventiva e a atenção básica em saúde, com objetivo de ampliar o acesso da comunidade assistida às ações e aos serviços de informação, de saúde, de promoção social e de proteção da cidadania, sob supervisão do gestor municipal, distrital, estadual ou federal.

Já os Agentes de Combate às Endemias tem como atribuição o exercício de atividades de vigilância, prevenção e controle de doenças e promoção da saúde, desenvolvidas em conformidade com as diretrizes do SUS e sob supervisão do gestor de cada ente federado.

Conforme previsto na Constituição, lei federal disporá, entre outros, sobre o regime jurídico e o piso salarial profissional nacional desses profissionais que exercem atividade de tão relevante valor para a sociedade.

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Hildo Rocha diz que fechamento de leitos hospitalares de tratamento da Covid-19 é uma irresponsabilidade do governador Flávio Dino

O deputado Hildo Rocha usou a tribuna da Câmara federal para reclamar do fechamento de leitos de UTI’s e de enfermagem que estavam servindo exclusivamente para o atendimento de pacientes portadores da Covid-19.

“Inacreditavelmente, o Governo do Maranhão festejou o fechamento de leitos do Hospital Dr. Carlos Macieira, unidade hospitalar de referência de alta complexidade do Maranhão. Foram fechados 70 leitos de enfermagem e 12 leitos de UTI para o tratamento de pacientes acometidos pela COVID-19, porque segundo eles alegaram houve diminuição da incidência da doença”, destacou o deputado.

Ação irresponsável

Rocha disse que o procedimento é uma irresponsabilidade do governador porque a incidência de casos continua muito elevada. O parlamentar enfatizou que o próprio site do Governo do Estado do Maranhão registrou, em apenas 24 horas, 38 mortes de maranhenses, no dia 8 de julho, e no mesmo dia mais 851 novos casos de Covid-19. Portanto, do dia 7 para o dia 8, mais 851 maranhenses foram acometidos pela Covid-19.

“Isso é uma grande irresponsabilidade, pois se nós formos ver os números da Covid-19 vamos ver que é grande a quantidade de óbitos no Maranhão. 38 pessoas vieram a óbito por causa da Covid-19, só em um dia, também é grande o aumento de pessoas infectadas pelo Sars-Cov-2, o novo coronavírus, mais 851 pessoas confirmadas em apenas 24 horas. Inacreditável que o Governo Dino, ao invés de aumentar a quantidade de leitos de tratamento especializado e de leitos de UTI para os pacientes com essa doença ele está diminuindo os leitos.”, argumentou o parlamentar.

Recursos federais destinados ao Maranhão

O deputado ressaltou que o Governo Federal já destinou recursos para o Maranhão. De acordo com o parlamentar, o Governo estadual já recebeu o dinheiro correspondente às despesas desses leitos de UTI que ele fechou.

“Esse recurso foi pago antecipadamente pelo Governo Federal para que o Estado do Maranhão pudesse oferecer leitos de UTI. Inclusive, o valor por diária de UTI específico para a Covid-19, que foi repassado, não apenas para o Maranhão mas também para todos os Estados e Municípios, é muito superior ao que se paga para o uso de leitos de UTI para outros tipos de doença”, alegou Hildo Rocha.

Flávio Dino terá que devolver dinheiro não utilizada para Covid-19

O deputado disse que não acreditou que fosse verdade o fechamento dos leitos para o tratamento da Covid-19.b“Eu vi a notícia no jornal, ouvi a fala do Secretário, mas mesmo assim não acreditei. Pensei que era fake news. Mandei conferir a informação junto ao Hospital Dr. Carlos Macieira e, de fato, o Governador Flávio Dino mandou fechar uma ala do hospital que era destinada ao tratamento da Covid-19. É lamentável, é inacreditável. Se o Governador não rever essa posição, ele terá que devolver para o Governo Federal o dinheiro que ele já recebeu destinado ao tratamento da Covid-19, além de que será responsabilizado pelas mortes que vierem a ocorrer por falta de leitos”’, afirmou Hildo Rocha.

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Descoberto o primeiro remédio contra a covid-19 que pode salvar vidas

A dexametasona reduz a mortalidade nos doentes mais graves, segundo os resultados de um ensaio com milhares de pacientes.

Do El Pais Brasil

Seis meses depois do início da pior pandemia do século XXI, que já matou quase meio milhão de pessoas no mundo todo, pesquisadores no Reino Unido afirmam ter encontrado o que por enquanto é o primeiro tratamento capaz de evitar mortes por covid-19: a dexametasona.

Os responsáveis pelo ensaio clínico Recovery, realizado no Reino Unido com mais de 11.000 pacientes, informaram nesta terça-feira que essa droga reduz a mortalidade entre os doentes muito graves, que precisam de respiração assistida, e também entre aqueles que necessitam de oxigênio. O medicamento não demonstrou benefícios entre pacientes com casos mais leves de Covid-19. Farmacêutico mostra um frasco de dexametasona.

Segundo os responsáveis pelo estudo, a dexametasona pode evitar uma de cada oito mortes entre os pacientes mais graves e salvar uma vida de cada 25 entre aqueles que recebem oxigênio. Esses resultados ainda são preliminares, mas os responsáveis pelo trabalho disseram que em breve os publicarão em uma revistas científicas devidamente revisada por especialistas independentes.

Em todo ensaio clínico há um comitê de especialistas independente, que revisa os dados provisórios e se encarrega de interrompê-lo caso se detecte que um medicamento possui benefícios, para que este comece a ser administrado imediatamente a todos os pacientes. Foi o que aconteceu no dia 8 durante o estudo Recovery, que está analisando vários tratamentos contra a covid-19 entre mais de 11.000 pacientes em 175 hospitais no Reino Unido.

A dexametasona é uma droga bastante conhecida ― foi descoberta em 1957 ― e barata. É um corticosteroide com efeitos anti-inflamatórios e um supressor da resposta imunológica que é usado contra fortes reações alérgicas e doenças autoimunes, como a artrite reumatoide. A Organização Mundial da Saúde (OMS) o considera um medicamento essencial para qualquer sistema de saúde.

Este braço do ensaio britânico analisou 2.104 infectados que foram selecionados aleatoriamente para receber essa droga. Sua progressão foi comparada à de 4.321 pacientes que receberam os cuidados habituais contra a covid-19. A mortalidade entre os que precisavam de respiração assistida foi de 41%, enquanto os que necessitavam de oxigênio tiveram uma taxa de mortalidade de 25%. Entre os pacientes que não precisaram dessas duas intervenções, a mortalidade foi de 13%. No primeiro tipo de infectados, a dexametasona reduziu a mortalidade em um terço. No segundo tipo, em um quinto. Nos pacientes menos graves, não foi observado nenhum benefício.

“A dexametasona é a primeira droga que melhora a sobrevivência na covid-19”, ressaltou Peter Horby, pesquisador da Universidade de Oxford e um dos coordenadores do estudo. “A sobrevivência é maior entre os pacientes que necessitam de respiração assistida, por isso esse medicamento deve ser administrado a todos os pacientes neste estado. A dexametasona é barata, está disponível e pode ser usada desde já para salvar vidas em todo o mundo”, acrescentou o pesquisador em um comunicado à imprensa divulgado por sua instituição.

“Embora sejam preliminares, estes resultados são muito claros, a dexametasona reduz o risco de morte em pacientes com complicações respiratórias graves”, acrescentou o médico de Oxford Martin Landray, outro dos responsáveis pelo ensaio. “É fantástico que o primeiro tratamento que demonstra evitar mortes esteja disponível e seja acessível em todo o mundo”, ressaltou.

Os resultados são especialmente positivos porque chegam pouco depois que os responsáveis pelo estudo anunciaram que um dos possíveis tratamentos mais promissores ― a hidroxicloroquina ― não tem efeitos positivos em pacientes hospitalizados. O ensaio britânico também está testando a eficácia de outros tratamentos, incluído o plasma de pacientes recuperados.

Antoni Trilla, médico do Hospital Clínico de Barcelona e assessor científico do Governo espanhol, recomenda cautela. “Depois de todos os problemas que houve com outras drogas, é necessário aplicar uma dose extra de cautela”, afirma. “São dados preliminares, devemos esperar até ver todos os dados devidamente publicados para julgar”, acrescenta.

O tratamento com dexametasona é aplicado há meses em casos graves de covid-19 na Espanha. “Até agora, é o único que podemos dizer com segurança clínica que melhora o estado dos pacientes”, assinala Pilar Ruiz-Seco, diretora-adjunta de medicina interna do hospital Infanta Sofía de Madri.

“No entanto, antes de endeusar os corticoides [a classe de medicamentos que inclui a dexametasona], é preciso levar em conta que eles têm riscos”, alerta. Até agora, esse tipo de droga era contraindicado para combater os vírus porque ficou demonstrado com outras infecções, como a MERS, que ele aumenta a replicação viral, por isso a OMS o desprezou em seu ensaio Solidarity“, explica. Além disso, esse medicamento debilita o sistema imunológico, o que aumenta o risco de infecções por bactérias. “Usar corticoides contra um vírus representa uma mudança de paradigma, mas faz sentido porque reforça a teoria de que o que realmente mata na covid-19 é a parte inflamatória [a resposta imunológica exagerada, como a tempestade de citocinas]”, afirma Ruiz-Seco.

Os resultados preliminares do Recovery apoiam outros trabalhos anteriores que haviam visto benefícios na dexametasona, incluído um estudo retrospectivo de cerca de 400 pacientes realizado no Hospital Puerta de Hierro de Madri.

Este trabalho, ainda não revisado por especialistas independentes, mostra que os corticoides reduzem a mortalidade em 41%. Outro estudo, realizado na Espanha antes da pandemia e publicado na The Lancet Respiratory Medicine, aponta que a dexametasona alivia a inflamação pulmonar grave causada por infecções graves. “Apesar desses resultados, ainda há caminho a percorrer, por exemplo: identificar quais pacientes devem receber o medicamento, quando e em que dose”, afirma Cristina Avendaño, presidenta da Sociedade Espanhola de Farmacologia Clínica e coautora do primeiro estudo.

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Prefeitura de Cajari recupera trechos da MA-317 e combate pandemia com rigor

Prefeita Dra.Camyla Jansen e equipe da Saúde

Preocupada com a circulação de veículos na MA-317 que faz a ligação da MA-014 com a sede do município de Cajari, a prefeita Dra. Camyla Jansen tomou para si a responsabilidade de recuperar os principais trechos da rodovia que ameaçam cortar por conta das fortes chuvas que caíram na Baixada Maranhense.

Máquina trabalhando na recuperação da MA-317

Camyla Jansen não esperou o Governo do Estado responsável e mandou realizar obras de terraplenagem nos locais mais atingidos, uma vez que a estrada estava muito ruim e com rompimento em meia pista.

“Não poderia deixar a população de Cajari sem acesso à sede da cidade, haja vista o comércio, a passagem de ambulâncias, as pessoas que trabalham e ganham seu dinheiro e dependem da estrada. Já fiz pedidos ao Governo e espero que possa haver sensibilidade para a recuperação total da estrada” afirmou a prefeita.

Obras de drenagem na sede do municipio

Ao mesmo tempo, mesmo lutando com a pandemia do Coronavirus, a prefeitura de Cajari, tem realizado serviços de drenagem na sede do município já que é um tipo de obra que muitos gestores não gostam de fazer em virtude de ficar enterrado.

Camyla Jansen, no entanto afirma ser de suma importância estes serviços para melhorar a condição de vida da população, e diz que se tivesse mais recursos faria muito mais.

“Se tivesse mais recurso, faria na cidade inteira, pois este tipo de obra traz dignidade para as pessoas e é uma maneira de evitar doenças, e, são ações de saúde”.

COMBATE AO CORONAVIRUS

Boletim de sábado, divulgado pela Secretaria de Saude de Cajari.

A Prefeitura de Cajari elaborou um Plano de Ação de combate ao Coronavirus e tem monitorado diariamente a população, tanto na sede como nos povoados. Note-se que o Boletim traz os números de todos os povoados, os casos confirmados e os monitorados. Até agora, apenas 5 óbitos ocorreram no município o que faz da cidade uma como menos mortes por este terrível vírus. As equipes da Secretaria de Saúde têm feito um trabalho hercúleo, visitando os bairros e povoados, e todos os dias no fim do expediente é emitido um boletim, com os números atualizados.

A prefeita Camyla Jansen acompanha tudo de perto e cobra a máxima atenção, pois não quer que a população sofra as consequências com a pandemia. Também foi colocado como prioridade o trabalho de desinfecção nas casas com permissão dos moradores, pratica levada a efeito diariamente em todos os setores da cidade.

Redação: Geraldo Castro

 

 

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Diabetes, hipertensão e obesidade avançam entre os brasileiros

O maior aumento identificado é em relação à incidência da obesidade, que teve uma alta de 72% no período de 13 anos. Os dados fazem parte da pesquisa Vigitel 2019

O Ministério da Saúde traçou o perfil do brasileiro em relação as doenças crônicas mais incidentes no país: 7,4% tem diabetes, 24,5% tem hipertensão e 20,3% estão obesos. É o que aponta a pesquisa Vigitel 2019 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), apresentada nesta sexta-feira (29), em Brasília, pelo secretário substituto de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Macário, e pela coordenadora-geral de Vigilância de Doenças e Agravos não transmissíveis, Luciana Sardinha.

“As doenças crônicas são um dos principais fatores de risco para agravamento da Covid-19. Então, é importante informar a população sobre os fatores de risco e as formas de proteção contra estas doenças. Assim, o cidadão pode se prevenir e proteger-se, não deixando de seguir o tratamento adequado, caso possua alguma doença crônica, em detrimento do que estamos vivendo no mundo com a pandemia por coronavírus”, alertou Eduardo Macário.

No período de 13 anos, desde o início do monitoramento, o maior aumento é em relação à obesidade, que passou de 11,8% em 2006 para 20,3% em 2019, uma ampliação de 72%. Significa que dois em cada 10 brasileiros estão obesos. Se considerando o excesso de peso, metade dos brasileiros está nesta situação (55,4%).

A pesquisa mostrou que, no período entre 2006 e 2019, a prevalência de diabetes passou de 5,5% para 7,4% e a hipertensão arterial subiu de 22,6% para 24,5%. O perfil de maior prevalência está entre mulheres e pessoas adultas com 65 anos ou mais. O mesmo perfil se aplica a hipertensão arterial, chegando a acometer 59,3% dos adultos com 65 anos ou mais, sendo 55,5% dos homens e 61,6% das mulheres.

Os resultados apresentados para diabetes e hipertensão merecem destaque frente à pandemia da COVID-19. Estudos apontam maior risco de agravamento e morte por COVID-19 em pessoas que apresentam estas condições. No Brasil, até o dia 20 de abril, 72% dos óbitos confirmados para a doença tinham mais de 60 anos e 70% apresentavam pelo menos um fator de risco. A cardiopatia foi a principal comorbidade associada e esteve presente em 945 dos óbitos, seguida de diabetes (em 734 óbitos), pneumopatia (187), doença renal (160) e doença neurológica (159).

O Vigitel é uma pesquisa telefônica realizada com maiores de 18 anos, nas 26 capitais e no Distrito Federal, sobre diversos assuntos relacionados à saúde. O objetivo é conhecer a situação de saúde da população para orientar ações e programas que reduzam a ocorrência e a gravidade de doenças, melhorando a saúde da população.

OBESIDADE E EXCESSO DE PESO

Quanto ao  excesso de peso, o índice passou de 42,6% em 2006 para 55,4% em 2019. O maior índice está entre os homens, alcançando 57,1% e entre as mulheres o percentual de 53,9%. A pesquisa apontou que o excesso de peso tende a aumentar com a idade: para os jovens de 18 a 24 anos, a prevalência foi de 30,1% e entre os adultos com 65 anos e mais de 59,8%. Por outro lado, a incidência diminui com a escolaridade: para as pessoas com até oito anos de estudo, a prevalência foi de 61,0%, já entre aqueles com 12 anos ou mais de estudo, de 52,2%.

Em relação à obesidade, o maior percentual está entre as mulheres (21%) e aumenta conforme a idade: para os jovens de 18 a 24 anos é de 8,7% e entre os adultos com 65 anos e mais, alcança o patamar de 20,9%. A obesidade é maior para as pessoas com até oito anos de escolaridade (24,2%) ante e aqueles com 12 anos ou mais (17,2%).

METOLOGIA

No ano de 2019 foram realizadas 52.443 entrevistas com adultos residentes nas capitais e no Distrito Federal, com duração média de, aproximadamente, 12 minutos, variando entre 4 e 58 minutos. Foram avaliados os indicadores de hipertensão arterial e diabetes, excesso de peso e obesidade, consumo abusivo de álcool, fumantes, consumo alimentar e atividade física.

Foram entrevistadas pessoas com 18 anos ou mais, residentes em domicílios com, pelo menos, uma linha de telefone fixo. Anualmente, estima-se um número amostral mínimo de duas mil entrevistas telefônicas para cada capital e o Distrito Federal e foram realizadas entre os meses de janeiro e dezembro de 2019.

Da Agência Saúde, com informações do Nucom SVS

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Edivaldo anuncia programa de descontos para incentivar descarte nos ecopontos e aumentar índice de reciclagem em São Luís

Na véspera do Dia Mundial do Meio Ambiente o prefeito Edivaldo Holanda Junior anuncia mais um serviço à população que vai garantir que São Luís continue avançando nos indicadores de sustentabilidade.

Em suas redes sociais Edivaldo anunciou que será lançado nos próximos dias “um programa que vai oferecer descontos para incentivar descarte de resíduos sólidos recicláveis e reaproveitáveis nos Ecopontos”.

A gestão de resíduos implantada por Edivaldo mudou a realidade de São Luís. O Aterro da Ribeira, gargalo antigo das sucessivas gestões municipais, foi desativado e desde então a cidade vem avançando progressivamente, saindo das últimas posições nos índices do setor para ser uma referência no país.

Hoje, São Luís tem o maior índice de reciclagem da região Nordeste e recicla 5,44% de todo o lixo que produz, contando com dois sistemas complementares de coleta seletiva: os ecopontos, onde o cidadão faz a entrega diretamente nos equipamentos; e a coleta seletiva porta a porta, por meio da qual a Prefeitura faz o recolhimento na casa do cidadão.

O serviço de Coleta Seletiva, que foi paralisado no início da pandemia, volta a ser prestado normalmente na próxima semana. Com isto, Edivaldo incentiva aumento da taxa de reciclagem ao mesmo tempo em que beneficia a população.

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Prefeitura de São Luís promove ações educativas nos terminais de integração para orientar população sobre medidas preventivas à Covid-19

Durante a abordagem, equipes ressaltam a necessidade uso de máscaras, distanciamento nas filas e higienização das mãos; ação segue orientação do prefeito Edivaldo e integra conjunto de medidas de enfrentamento à pandemia

Prefeitura de São Luís promove ações educativas nos terminais de integração para orientar população sobre medidas preventivas à Covid-19A Prefeitura de São Luís, por meio da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, órgão da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), está realizando ações de caráter educativo nos Terminais de Integração de Transporte Urbano da capital para orientação da população durante este período de pandemia da Covid-19. Nesta quarta-feira (3), equipes percorreram os terminais Cohama/Vinhais e Praia Grande orientando trabalhadores e passageiros sobre o uso de máscaras, distanciamento nas filas e higienização das mãos. Nesta quinta-feira (4), a ação, que segue orientação do prefeito Edivaldo Holanda Junior, será realizada também nos terminais Cohab/Cohatrac e São Cristóvão e, na sexta-feira (05) no do Distrito Industrial, no bairro Maracanã.

O objetivo da ação é conscientizar a população sobre a importância de manter distância das outras pessoas, utilização de máscaras de proteção, lavar constantemente as mãos e utilizar álcool em gel, bem como orientar a administração dos terminais quanto aos cuidados com a limpeza dos ônibus e demais dependências.

Para o secretário Municipal de Sáude, Lula Fylho, a iniciativa garante que, mesmo com a abertura de alguns serviços, as medidas de segurança devem ser mantidas. “Nossas equipes, sob orientação do prefeito Edivaldo, estarão nos terminais orientando as pessoas sobre as medidas de segurança, reforçando que é importante que as pessoas continuem com o distanciamento social, utilizando máscaras quando saírem de suas casas e higienizando as mãos”, lembrou o gestor.

“É muito importante este trabalho neste momento em que as atividades estão gradualmente voltando ao normal pela cidade. Por isto, é preciso manter todos os cuidados necessários para preservar a saúde da população, por meio de medidas sanitárias eficazes que devem ser observadas e a Vigilância Sanitária está mobilizada para que sejam cumpridas”, explicou a superintendente de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, Terezinha Lobo.

AÇÃO

A ação nos terminais envolve 30 fiscais sanitários e será feita duas vezes ao dia, pela manhã e a tarde. No Terminal Cohama/Vinhais, foram observadas as condições gerais do local e os processos de higienização dos ônibus; verificando se há instalados nas plataformas de embarque/desembarque lavatórios com água corrente e sabão líquido para os usuários; disponibilização de álcool em gel, marcações no piso para orientar o distanciamento das pessoas nas filas. Este trabalho é realizado pelos funcionários do terminal com auxílio de Bombeiros Civis e equipes preparadas para cuidar da higienização dos veículos.

“Eu acho que esta doença (coronavírus) veio como uma tempestade, inesperadamente, sobre todos nós, então tudo que se puder fazer para se proteger vai ser muito bom. Por isto, estão fazendo certo fiscalizar o uso de máscaras, a distância um do outro na fila e todo o resto”, ponderou Marina Pereira, de 66 anos, moradora do Conjunto Bequimão, que utiliza frequentemente o Terminal Cohama/Vinhais em seus deslocamentos.

No Terminal Praia Grande, a Vigilância Sanitária Municipal também fiscalizou as medidas de segurança e saúde. “Tanto no terminal Cohama/Vinhais quanto no Praia Grande constatamos que ainda há situações pontuais de aglomeração de pessoas nas plataformas, embora haja orientações, marcações e faixas informativas para que se mantenha o distanciamento”, explicou a coordenadora da Vigilância Sanitária, Zilmar Pinheiro Rodrigues.

“Com apoio do Governo do Estado, foram instalados lavatórios em pontos estratégicos do terminal para os usuários poderem higienizar as mãos. Na entrada do terminal, logo depois das catracas, mantemos funcionários com álcool em gel e também disponibilizamos máscaras de proteção para aqueles passageiros que, por ventura, tiverem esquecido em casa e entrarem no recinto desprovidos. Pintamos marcações nas plataformas para orientar o distanciamento e também colocamos cartazes nos pontos comerciais do terminal para alertar sobre a importância de se manter uma distância segura”, explicou o gerente do Terminal Praia Grande, Marciano Eduardo Rubira.

“Este trabalho de higienização é muito importante para garantir a saúde dos usuários”, advertiu José Luís Feitosa Lemos, pesquisador em nutrologia, aposentado, ao lado de sua esposa, Maria de Lurran Ribeiro Silva Lemos, servidora da Escola de Cinema do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (Iema), na Praia Grande.

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Para Hildo Rocha o exército dos agentes de saúde e de combate às endemias é capaz de combater a Covid- 19

O coordenador da frente parlamentar em defesa dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias, deputado Hildo Rocha (MDB-MA) destacou, durante entrevista ao Programa Painel Eletrônico, da Rádio Câmara, que os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias tem condições de ajudar bastante no combate ao novo coronavírus desde que devidamente preparados e organizados.

 

Falta de apoio

Rocha voltou a fazer um alerta: “os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias não receberam do poder público os equipamentos de proteção adequados para que eles possam realizar seu trabalho junto às comunidades. Os agentes de saúde, preparados e com equipamentos de segurança, podem ajudar muito nessa guerra contra a Covid-19 e ajudar a prevenir a disseminação de outras doenças como a dengue, febre amarela, zika, etc.”, destacou o parlamentar.

 

Adicional de insalubridade

De acordo com o deputado, outro problema enfrentado pela categoria, mesmo antes do início da emergência de saúde causada pelo novo coronavírus, é a falta do pagamento do adicional de insalubridade para os profissionais que atuam diretamente em contato com doenças, muitas das quais transmissíveis.

 

“O salário da categoria é inferior ao de todos os outros segmentos da atenção básica à saúde, sendo que um agente comunitário recebe, por mês, um valor inferior ao que o poder público gasta, por dia, com a internação em UTI de um paciente apenas”, ressaltou Hildo Rocha.

 

Reunião técnica

Todas essas questões foram defendidas pelo parlamentar maranhense durante reunião técnica realizada nesta quarta-feira pela comissão externa de acompanhamento da Covid-19 da Câmara dos Deputados.

 

O evento contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, das secretarias municipais de saúde e da Organização Internacional do Trabalho.

 

Os Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias foram representados pela Confederação Nacional da categoria, entidade que é presidida por Hilda Angélica Correia.

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Saúde Pública de Cantanhede recebe carros e equipamentos comprados com emenda do deputado federal Hildo Rocha

Os profissionais que atuam nas Unidades Básicas de Saúde de Cantanhede (UBS) passaram a contar com dois carros e dezenas de equipamentos que foram comprados com recursos públicos federais oriundos de emenda parlamentar individual do deputado Hildo Rocha. A entrega aconteceu durante ato com a presença de reduzido número de pessoas, em razão das medidas de segurança sanitária referentes à pandemia do novo coronavírus.

 

Melhorias dos serviços de saúde ofertados pelo município

Hildo Rocha destacou que os dois veículos e os equipamentos são conquistas que irão proporcionar melhorias nas condições de trabalho dos profissionais que exercem atividades nas UBS e, consequentemente, irão contribuir para melhorar os serviços ofertados pelo poder público municipal.

 

“A população de Cantanhede necessita e merece Unidades Básicas de Saúde com condições físicas, técnicas e profissionais para atenderem as pessoas que precisam dos serviços de saúde. Por saber disso coloquei emenda parlamentar de minha autoria para a compra dos dois veículos, dos equipamentos e dos móveis que serão disponibilizados para melhorar os nossos postos de saúde. A equipe do prefeito Ruivo definiu o que deveria ser comprado com os recursos que eu viabilizei. A prefeitura licitou e comprou os carros, móveis e equipamentos ambulatoriais. São dezenas de itens indispensáveis que a partir de agora passam a reforçar a estrutura da saúde pública de Cantanhede”, ressaltou Hildo Rocha.

 

Importância do deputado Hildo Rocha

O prefeito Ruivo agradeceu ao deputado Hildo Rocha e ressaltou a importância da ação do parlamentar que resultou na chegada de veículos, computadores, móveis e equipamentos para estruturar a saúde pública municipal.

 

“Nós fizemos um levantamento do que estávamos precisando, identificamos o que neste momento é de mais utilidade para melhor atendermos a população, e como resultado desse trabalho, graças à ajuda do deputado Hildo Rocha, que colocou emenda parlamentar para a saúde de Cantanhede, foi possível adquirirmos dois carros e dezenas de equipamentos e móveis que serão distribuídos nas Unidades Básicas de Saúde da nossa cidade”, disse o prefeito.

 

Além do deputado Hildo Rocha e do prefeito Ruivo também participaram do evento o ex-secretário adjunto de Saúde municipal, Alex Baima, que organizou toda a aquisição dos veículos, móveis e equipamentos, a secretaria de saúde; a secretária de Saúde, Paula Souto; o chefe de gabinete do prefeito, Bruno Bezerra; o secretário de Esporte, Cezar Cantanhede; o secretário de Infraestrutura, José João; a secretaria de Educação, Lília Santos; o secretário de Administração, Manoel Erivaldo; a secretaria de agricultura, Maria José; o secretário de Governo, Nilton Dutra; o secretário de Cultura, Carlito Amaral e o secretário de Assistência Social, Paulo Coelho.

 

O ato também foi prestigiado pelos vereadores Alan Bajara; Dênis Roberth; Jairon Dantas; Meire do Godô e Ribamar Lopes.

 

Equipamentos, automóveis, móveis e computadores entregues

 

– Um Adipômetro

– Sete aparelhos de Ar Condicionado

– Onze Armários

– Dois Armários Vitrine

– Um Aspirador de Secreções Elétrico Móvel

– Um Autoclave Horizontal de Mesa/até 75 litros

– Duas Balanças Antropométrica Adulto

– Duas Balanças Antropométrica Infantil

– Duas Balança Digital Portátil

– Dez Baldes a Pedal

– Cinco Banquetas

– Um Bebedouro/ Purificador Refrigerado

– Quatro Biombos

– Uma Cadeira de Rodas Adulto

– Trinta e Quatro Cadeiras para Ambulatórios

– Uma Câmara Fria para Conservação de Imunobiológicos

– Um Carro de Curativos

– Um Carro para Material de Limpeza

– Dois Computadores /Desktop-Básico

– Dois Concentradores de Oxigênio

– Cinco Detectores Fetal

– Um Eletrocardiógrafo

– Três Escadas com 2 degraus

– Dois Esfigmomanômetros Adulto

– Dois Esfigmomanômetros Infantil

– Seis Estantes

– Três Focos Refletores Ambulatoriais

– Três Geladeira/ Refrigerador

– Uma Impressora Laser Comum

– Quatro Lanternas Clínica

– Dois Laringoscópio Adulto

– Dois Laringoscópio Infantil

– Um Laser para Fisioterapia

– Quatro Longarina

– Oito Mesas para Médicos e Enfermeiros

– Quatro Mesas de Exames

– Uma Mesa de Mayo

– Uma Mesa de Reunião

– Duas Mesas Ginecológica

– Dois Nebulizadores Portáteis

– Dois Negatoscópio

– Um Nobreak para Computador/Impressora

– Dois Oftalmoscópio

– Seis Otoscópio Simples

– Quatro Oxímetro de Pulso

– Um Projetor Multimídia/Datashow

– Uma Seladora

– Um Televisor

– Um Ultrassom para Fisioterapia

– Dois Veículos de Passeio – Transporte de Equipe 5 pessoas

– Um Ventilador de Teto/Parede

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Novo ministro da Saúde, Nelson Teich, fala em aliar isolamento com incentivo à economia contra covid-19

PANDEMIA DE CORONAVÍRUS

Novo ministro da Saúde, Nelson Teich, fala em aliar isolamento com incentivo à economia contra covid-19Oncologista e empresário do setor da saúde foi consultor informal na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro. Secretários de saúde afirmam que transição ainda tem cenário incerto e que esperam defesa do SUS

Jair Bolsonaro e o novo ministro, Nelson Teich.
Jair Bolsonaro e o novo ministro, Nelson Teich.JOÉDSON ALVES / EFE

JOANA OLIVEIRA|BEATRIZ JUCÁ
São Paulo – El País/Brasil

O médico oncologista e empresário do setor da saúde Nelson Teich é o escolhido por Jair Bolsonaro para ocupar o Ministério da Saúde no lugar de Luiz Henrique Mandetta, demitido nesta quinta-feira depois de semanas de conflito com o presidente. “É uma honra estar aqui para poder ajudar o país”, disse Teich, após ser apresentado por Bolsonaro. Em um breve discurso, o novo ministro indicou que não faria mudanças bruscas na política do ministério em meio à pandemia, mas disse estar alinhado ao presidente e defendeu que saúde e economia não podem ser discutidas separadamente.

Nascido no Rio de Janeiro, Teich se formou pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e se especializou em oncologia no Instituto Nacional de Câncer (Inca). Atualmente, é sócio da Teich Health Care, uma consultoria de serviços médicos e atuou como consultor informal na campanha eleitoral de Bolsonaro, em 2018, chegando, inclusive, a ser cotado para assumir a pasta de Saúde, mas foi preterido por Mandetta. A aproximação, na época, ocorreu por meio do atual ministro da Economia, Paulo Guedes.

Teich foi apresentado pelo presidente, que estava visivelmente tenso com a mudança que promoveu em meio à pandemia. O novo ministro falou rapidamente sobre sua expectativa em relação ao novo posto. “Discutir saúde e economia separado não dá. Ambos são complementares”, afirmou o novo ministro, que citou a atividade econômica como um fator importante para a saúde. “O desenvolvimento econômico arrasta outras coisas. Quanto mais se desenvolve mais se investe em educação e saúde, Emprego é necessário”, disse ele, ao lado de Bolsonaro, garantindo que há um alinhamento completo entre ambos e “todo o grupo do ministério”, para que a sociedade volte a ter vida normal. Para tal, defendeu dados e estudos que norteiem as ações, uma diretriz que já era seguida por seu antecessor.

Apesar das falas sob medida para os ouvidos do presidente, Teich sempre defendeu o isolamento horizontal. Desde o início da pandemia de coronavírus, tem publicado no LinkedIn análises sobre a crise defendendo essa posição, ou seja, o confinamento de toda a população, ao contrário do presidente, que defende o isolamento apenas de pessoas nos grupos de risco, como os idosos. Em um dos artigos, ele argumentava: “Além do impacto no cuidado dos pacientes, o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país”.

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