Segunda-feira, 25 de maio de 2020.

HISTÓRIAS DE SÃO LUÍS: RITMOS, FESTAS E DANÇAS DO MARANHÃO.

Paga-se um preço muito alto por ser maranhense ou por viver no Maranhão. Morar no Maranhão é um motivo de agradecimento diário a Deus. São poucos os privilegiados, entretanto, com tantas benesses, folias e alegrias que Deus concede ao maranhense, ele exige dos nativos ou daqueles que por aqui aportam, um preparo físico excepcional e muita disposição para seguir tantos ritmos e musicalidade existentes nesta cidade e neste estado abençoado por uma cultura rica e diversificada.
O Maranhão é um estado cosmopolita, e o ano começa parecido como em todos os estados da federação, a diferença começa logo na primeira semana de janeiro com a festa de Reis e a queimação de palhinha, uma tradição católica musicada por uma turma que faz festa o ano inteiro no bairro Madre Deus e hoje fazendo parte do calendário turístico e cultural de São Luís, a queimação de palhinha .
Independentemente da tradição católica, neste mesmo período, começa o carnaval do Maranhão, o mais rico do Brasil, o mais bonito, o mais plural de todos os carnavais brasileiros; com seus ritmos, batuques e batucadas em uma indescritível singularidade. São tribos de índios, blocos tradicionais, blocos organizados ou charangas, blocos afros, blocos de sujo, escolas de samba com a mais autêntica de todas as escolas de samba do Brasil, o Fuzileiro da Fuzarca, a casinha da roça com um tambor afiado e o baralho, uma brincadeira afro-musical, agora devidamente miscigenada, que mistura reco-reco, pandeiro e violão.
O tambor de crioula é patrimônio cultural do Maranhão e da humanidade. O ritmo, a batucada e a umbigada ocorrem durante o ano todo e mais precisamente em louvor a São Benedito, principalmente o Tambor de Crioula de Cururupu. O tambor de crioula é uma manifestação musical essencialmente comemorativa e sempre presente nas festas populares do Maranhão.
O tambor de Mina é religioso, quando se dança na Mina é por questão religiosa e aí todo cuidado é pouco para não contrariar o santo ou a entidade. O tambor de Mina é único, só é tocado no Maranhão, e a Mina é a mais autêntica manifestação religiosa dos afros descendentes dos Daomés.
Em maio acontece a festa do Divino Espírito Santo em São Luís, Alcântara, na baixada maranhense e na região dos cocais. As batidas das caixas e o canto das caixeiras transcendem a originalidade e expressam a religiosidade e a cultura do maranhense.
O bumba meu boi de todos os sotaques, de pandeirões, matraca, costa de mão, zabumba e orquestra é orgulho do Maranhão e do Brasil, patrimônio cultural humanidade, é a nossa maior riqueza cultural.
O baile de caixa acontece em Guimarães, Viana, Cajapió e Penalva e têm início durante as festas do Divino Espírito Santo e se estende por todo o período junino.
Na região do Munim no período de junho a dezembro o maranhense dança o Pela-Porco de Rosário ou a dança do Lêle de São Simão. O Lêle de São Simão é patrimônio cultural da cidade de Rosário e mostra a influência francesa na cultura maranhense nesta belíssima dança de salão, musicada por diversos instrumentos musicais.
O Cacuriá atual, de como ele é apresentado, parece que foi uma invenção de D. Teté, ela sem dúvida foi a grande divulgadora do ritmo e da dança. O Cacuriá faz parte das festas em homenagem ao Divino Espírito Santo. Coube a D. Teté a introdução de instrumentos musicais às tradicionais caixas e a expansão e popularização da dança durante as festas juninas.
A festa ou dança de São Gonçalo é de origem portuguesa e uma homenagem ao Santo, tido como casamenteiro e dançarino. Conta a história que São Gonçalo convertia as donzelas dançando. A dança de São Gonçalo no Maranhão se dá através de uma promessa ou devoção, e acontece sempre em frente ao altar com a imagem do Santo dançarino.
Caixa, cuíca, cabaça, toadas improvisadas e muita animação, somada a beleza natural de Tutóia, pode acreditar que é a dança do caroço.
Na região dos cocais, uma dança de roda em que os dançantes com côfo e machado, rodopiam animadamente ao som de pandeiros, cuícas, caixas e batida da palma das mãos, simulando de forma festiva e musical o trabalho nos babaçuais; se tem a dança do coco como ritmo e dança peculiares do médio sertão.
O ano termina com os pastores no ciclo natalino, manifestação cultural que mescla canto, dança e drama, tudo ao som de clarinete, violão, violino, saxofone, pandeiro e trombone. A manifestação rítmica e cultural sempre é vista em Guimarães, Mirinzal, Cururupu, Humberto Campos, Alcântara e São Luís. E mesma turma animada que começa o ano na Madre Deus com a festa de Reis, encerra o ano com os Pastores do Natal.
Viva o Maranhão, o estado mais rico em cultura do mundo!
HAMILTON RAPOSO DE MIRANDA FILHO.

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Presidente da Câmara diz que ministro da Educação é um desastre

O presidente da Câmara, deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira (30), que é necessário estabelecer as diferenças entre os ministros Ricardo Salles, do Meio Ambiente, e Abraham Weintraub da Educação.

Na quarta, Maia fez críticas a ambos durante o Latin America Investment Conference 2020, promovido pelo banco Credit Suisse, em São Paulo.
Nesta quinta, ele baixou o tom em relação ao titular do Meio Ambiente. Sobre o trabalho de Weintraub, porém, Maia manteve a avaliação de que a Educação vai mal e que as consequências serão longas.

“O ministro da Educação atrapalha o Brasil, atrapalha o futuro das nossas crianças, está comprometendo o futuro de muitas gerações. A cada ano que se perde com a ineficiência , com discurso ideológico, com a péssima qualidade na administração, [isso] acaba prejudicando os anos seguintes da nossa sociedade”, afirmou, após debate sobre a agenda econômica.
Para ele, Salles, de fato, radicalizou no ano passado, estremecendo as relações com entidades do setor, mas considerou o ministro um quadro de muita qualidade.

“Apenas acho que como ele conduziu no ano passado, para ele restabelecer essa relação não sera simples”, disse.
Então, não é uma crítica ao ministro, mas uma crítica se ela vai saber dialogar com os segmentos.”

Já o ministro da Educação, para o presidente da Câmara, seria um desastre. “Acho que ele brinca com o futuro de milhares de crianças, mas se vai demitir ou exonerar, isso não é problema meu.”

​Maia também afirmou que suas avaliações sobre a qualidade dos ministros não deveria ser entendidas como críticas ao presidente Jair Bolsonaro, com quem diz ter atingido um ótimo relacionamento.

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HISTÓRIAS DE SÃO LUIS. O EXAME DE ADMISSÃO, AOS PROFESSORES COM AFETO!

O ENEM grosseiramente substituiu a expectativa do vestibular. Acabou o sonho da lista de classificação, a tortura dos rádios de pilha e os gritos esfuziantes da vitória e o choro daqueles que não lograram êxito. 

Os cursinhos eram a assinatura e a marca registrada da época dos vestibulares. Os cursinhos do Professor José Maria do Amaral e do Professor Horácio eram voltados para a área médica. O CIPE do Professor Marcus Vinicius para a área técnica e o do Professor Alberico Carneiro para a área humanas. Quem quisesse passar, passava por um desses cursinhos. Era a certeza de um aprendizado eficaz.
Algumas características da época são inesquecíveis e devem ser lembradas, como os bonequinhos do “amar é…” adesivados nos cadernos das alunas mais românticas dos cursinhos e o retrato em 3 x 4 da namorada guardado visivelmente na carteira. Trazer o retrato da namorada era a prova maior de fidelidade e de namoro sério.
Entretanto, bem antes do vestibular e dos retratos em 3 x 4 ou dos adesivos nos cadernos, existia o exame de admissão e pouca gente se lembra, a turma mais jovem não sabe o que é um exame de admissão, não tem ideia do que seja este processo seletivo.
O exame de admissão era uma situação imprescindível para o aluno ascender do curso primário para o ginásio, ou do ginásio para o curso científico. O exame era realizado tanto pelas escolas públicas, quanto pelas escolas privadas. O Liceu, Escola Normal, CEMA e Escola Técnica eram as instituições públicas mais requisitadas e de maior concorrência. O Marista, Rosa Castro, Atheneu, Colégio São Luís, São Vicente de Paula e Colégio Santa Teresa estavam entre as escolas de maior procura da rede privada. Não restava outra opção que não fosse este exame de seleção.
O preparativo era tão intenso quanto o vestibular, e a expectativa dramática!
As opções de ensino eram poucas e as aulas preparatórias, as aulas particulares, eram de fundamental importância para o ingresso em uma dessas escolas. Os professores de vasta cultura, experiência comprovada de ensino e com excesso de rigidez e exigência, sempre eram bem vistos pelos pais. A rigidez e o caráter disciplinador eram características e atributos necessários para este processo. Tudo muito diferente de hoje. Aqui valia o castigo, o puxão de orelha, o beliscão e a famosa “lição de moral”. Não existia ou não se ouvia falar em bulling.
Lembro-me de alguns professores extremamente disciplinadores e de notório saber, que fizeram parte da minha vida e de muitos da minha geração. Diversas conquistas acadêmicas e profissionais tiveram a decisiva participação destes professores. Professores como os irmãos Nascimento de Moraes (Nadir, Paulo, José e Nascimento de Moraes Filho) possuíam todas as qualidades que se espera de um professor: saber, zelo pelo aluno, autoridade e dedicação. Tenho lembrança de todos, das aulas de geografia da Professora Nadir, das aulas de português de Paulo e José Nascimento de Moraes, e da erudição de Nascimento de Moraes Filho. O Instituto Raimundo Cerveira e posteriormente o Colégio Zoé Cerveira, de propriedade da família Nascimento de Moraes, não era somente uma escola familiar, era a referência da intelectualidade maranhense a disposição do ensino.
Não existia em nenhuma outra escola com tantos “imortais” quanto o Instituto Raimundo Cerveira.
Professores como Dona Manoela, que disciplinava e ensinava os alunos do Colégio Maristas, período em que era a única pessoa do sexo feminino a ensinar naquele colégio. Professora Cota Varela, com aulas particulares disputadíssimas e com um vozeirão característico, ensinava e disciplinava com aquiescência de todos os pais e sua autoridade jamais poderia se contestada.
Tudo valeu a pena, nada foi desperdiçado, a lembrança e orgulho dos meus professores permanece, um dia terei o prazer de reencontra-los em uma outra dimensão e quem sabe, assistir uma aula e adquirir novos conhecimentos.
HAMILTON RAPOSO DE MIRANDA FILHO
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Hildo Rocha e prefeito Vagtônio Brandão inauguram balneário de Buritirana

A população de Buritirana tem agora nova área de lazer que foi inaugurada pelo prefeito Vagtônio em ato que contou com a presença do federal Hildo Rocha; do vice-prefeito James Alves; de membros da equipe de governo municipal, vereadores e lideranças políticas da região. A urbanização do açude, novo Balneário da Cidade, é composta por uma praça, boxes para o funcionamento de lanchonetes, banheiros etc. 

“Esse novo espaço de lazer vai proporcionar a geração de emprego e renda para empreendedores do mercado informal. É uma área apropriada para a prática de caminhadas, para lazer. É portanto, uma área que também proporcionará melhorias na saúde das pessoas. Todas essas conquistas foram alcançadas graças à mão forte do nosso deputado federal Hildo Rocha, a quem quero agradecer em nome da população de Buritirana”, destacou o prefeito Vagtônio Brandão.

 

Esforço recompensado

O deputado Hildo Rocha enfatizou que a chegada de mais benefícios para a população de Buritirana é o resultado do grande esforço do prefeito, da equipe de governo municipal e dos vereadores que apoiam a gestão de Vagtônio Brandão.

 

“Me sinto recompensado por também participar desse trabalho eficiente que vem sendo realizado pelo governo do prefeito Vagtônio e por sua equipe com o apoio dos vereadores. Graças ao nosso esforço hoje entregamos mais uma obra que contribui para o embelezamento da cidade e proporciona condições para a prática de atividades de lazer das famílias buritiranense” declarou o parlamentar.

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Dra. Camyla Jansen saúda os farmacêuticos pelo seu dia

Farmacêutica por formação e exercendo o cargo de prefeita de Cajari onde tentará a reeleição com reais chances de vencer, a Dra. Camyla Jansen aproveitou o dia 20 de janeiro, consagrado a todos os farmacêuticos, para homenagea-los com uma referência muito especial: “tão essencial quanto o medicamento”, disse a prefeita e farmacêutica, colocando a importância deste profissional nas ações de saúde, haja vista o cuidado e a atenção com o atendimento e aplicação do medicamento correto para cada paciente. Eis a homenagem da Dra.Camyla Jansen:

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HISTÓRIAS DE SÃO LUÍS: A RESISTÊNCIA DE COMPANHEIRO E DO SOUSA.

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A partir desta data irei publicar os artigos do médico psiquiátrica Hamilton Raposo, sobre as boas lembranças de nossa São Luís.

Algumas lembranças não acontecem por acaso e algumas mudanças sociais e comportamentais que aconteceram em São Luís nas últimas décadas, abrem a gaveta da memória e vasculham comportamentos completamente desconhecidos pela nova sociedade, globalizada e informatizada da cidade. As frutas já não as mesmas, se antes nos deliciávamos com pitombas, tanjas do munim vendidas excepcionalmente na Praia do Barbosa, melancia de Arari comercializadas na Beira-Mar, bombom do mato e murici da Ponta d’Areia e no Mercado Central ou na feira da Praia Grande se podia comprar ingá, abricó, abil, jaca e bacuri todos procedentes da Maioba, Maiobinha ou do Mocajituba. Este assunto pode parecer coisas paleontológicas ao paladar gourmetizado desta nova geração acostumada com kiwi, pera, caqui, morango e um tal de mix de frutas vermelhas. Maria pretinha ninguém conhece, mas a jabuticaba fica parecendo que tem em nosso quintal. E por falar em quintal, alguma criança hoje sabe o que é um quintal?
As verduras eram de uma simplicidade espartana e com a garantia de serem orgânicas quando ninguém ainda falava ou dava esta garantia. Agrotóxico aqui pra nós era estrume de vaca. Comia-se vinagreira, jongome, maxixe, quiabo e jerimum. Tudo era comercializado no Mercado Central, no Galpão e na Feira da Praia Grande, e quem ia a estes mercados, necessariamente tinha que tomar mingau de milho ou de tapioca. Fazia parte das compras e da tradição.
Ninguém comprava mais do que devia, não existia freezer e geladeira era artigo de luxo, e quem desejava conservar algum alimento ou gelar alguma bebida, contentava-se na compra de barras de gelo no portinho com seu Ivaldo Santos ou em uma carroça que andava pelo centro da cidade tocando um sino avisando a passagem do gelo.
Hoje tudo se resume ao supermercado, é o passeio da família moderna e sem memória, encontro de idosos e parque de diversão das crianças, tudo se globalizou. Acabou a caderneta de compras. Ninguém cozinha mais com gordura Monte Branco, ninguém encera mais a casa, tudo é prático e rápido. A manteiga Real resistiu ao tempo, o sabão de Andiroba quase não se encontra mais, presuntada desapareceu, mais o leite Moça continua alimentando e fazendo festa juntamente com Neston, Todd e a Maizena.
A Rua Grande perdeu a Padaria Portuguesa e Cristal. As mercearias Brasil, Neves e Globo Azul não resistiram ao Prático Serviço Lusitana. A Mouraria e as lanchonetes da Ocapana e Acácia também se renderam ao Mac Donald e ao Bob’s. Sousa e Companheiro resistem bravamente à invasão dos fast foods, um no Beco da Pacotilha o outro em frente ao Banco do Brasil da Praia Grande.
A Mercearia Internacional ficava na Praça João Lisboa e exibia como novidade, em caixotes de madeira colocados na calçada, a sua mercadoria mais preciosa: uvas passas e maças argentinas. As maças argentinas, devido a precariedade no transporte, estavam quase sempre batidas, mas nem por isso deixavam de ser caras e elitizadas. Lembro-me de ter comido pela primeira vez por indicação médica, e se perguntarem por qual indicação, a resposta é imediata: desarranjo intestinal.
HAMILTON RAPOSO DE MIRANDA FILHO
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“Pé de Pato” não vota orçamento e complica Prefeitura de Imperatriz

 

A cidade de Imperatriz, segunda maior do Estado, com seus mais de 260 mil habitantes, está vivendo dias tensos, de incerteza; gerados pela teimosia dos 21 vereadores, liderados pelo presidente Zé Carlos Pé de Pato (olha só o nome da figura!!!), que simplesmente decidiu não votar o ORÇAMENTO DE 2020 e a LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS.

Ora!!! Nenhum poder legislativo pode fechar o ano sem votar o orçamento do poder executivo a que ele se nivela: a Câmara Federal vota o orçamento da União; a Assembleia Legislativa vota o orçamento do Estado, e a Câmara Municipal vota o orçamento do Município.

Em Imperatriz, a última sessão de 2019 da Câmara Municipal, foi no dia 12 de dezembro. Foi nela que o Pé de Pato decretou um tal “recesso branco”, coisa que não existe nem na Lei e nem no Regimento Interno da Casa. E colocou vereadores de férias sem que o orçamento fosse votado.

O Ministério Público, pelo visto, não atentou para isso. Pode até pedir a cassação de todos os vereadores, porque não trabalharam durante o período em que oficialmente ainda era ordinário e mesmo assim receberam os salários de dezembro na sua integralidade.

As leis do Orçamento e da LDO foram enviadas pela Prefeitura muito antes do tempo. Não votaram porque estão de birra com o prefeito. Alegam que o prefeito Assis não acatou a lei deles que institui EMENDAS IMPOSITIVAS para os vereadores. É ILEGAL, NÃO ESTÁ NA CONSTITUIÇÃO DO ESTADO. Não pode acatar, mesmo.

Alegam que falta prestação de contas de um quadrimestre da Saúde. E DAÍ, num tem nada a ver uma coisa com a outra.

Se queixam de que o orçamento tem umas prerrogativas de o prefeito adquiri empréstimos. ORA, é só derrubar ESSA PARTE no voto do plenário.

Mas o que eles querem mesmo, isso todo mundo sabe, são facilidades inconfessáveis. COISAS DE ANO DE REELEIÇÃO.

E está chegando o fim do mês: tem dinheiro, mas o prefeito não vai poder pagar os salários, A CONTA DO LIXO, comprar remédios, reabrir as escolas…

ENFIM: Imperatriz está engessada pelos vereadores. (Gente; IRRESPONSABILIDADE TAMBÉM TEM LIMITE).

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Bolsonaro fez 58% dos ataques contra jornalistas no país em 2019, diz Fenaj

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi o responsável por 121 dos 208 ataques contra veículos de comunicação e jornalistas compilados no Brasil no ano passado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o que representa 58% do total. Ainda segundo a organização, o Brasil registrou em 2019 um aumento de 54% nesse tipo de ataque físico ou moral contra profissionais ou veículos de comunicação, na comparação com 2018, quando foram anotados 135 casos.

O levantamento divulgado hoje registra que, no caso de Bolsonaro, “foram 114 ofensivas genéricas e generalizadas, além de sete casos de agressões diretas a jornalistas”. A maioria dos ataques de Bolsonaro ocorreu em divulgações oficiais da Presidência da República, de acordo com a federação.

Entre esses ataques, houve discursos e entrevistas do presidente —transcritos no site do Palácio do Planalto— ou por meio do Twitter oficial do presidente. A presidente da Fenaj, Maria José Braga, alertou para a gravidade da situação. “Há, de fato, uma permanente ameaça à liberdade de imprensa no Brasil e à integridade física e moral dos jornalistas. É preciso urgentemente frear o arbítrio instalado no país”, disse.

“O chefe de governo promove, por meio de suas declarações, sistemática descredibilização da imprensa e dos jornalistas. Com isso, institucionaliza a violência contra a imprensa e seus profissionais como prática de governo”, complementa.

Questionado sobre o filho Flávio, presidente questionou sexualidade de repórter.

Entre os ataques de Bolsonaro, houve, por exemplo, o questionamento sobre a sexualidade de um repórter que indagava sobre denúncias que foram feitas contra Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente. “Você tem uma cara de homossexual terrível, mas nem por isso eu te acuso de ser homossexual”, afirmou.

Em outro momento da mesma entrevista, Bolsonaro alterou o tom da voz e ofendeu uma repórter ao responder se tinha comprovante de um alegado empréstimo feito a seu amigo e ex-policial Fabrício Queiroz. “Ô, rapaz, pergunta para a tua mãe o comprovante que ela deu pro teu pai, tá certo?” O Palácio do Planalto foi procurado para comentar o levantamento e suas considerações serão incorporadas a este texto caso sejam enviadas.

Bolsonaro compara Flávio a Neymar e ofende jornalista

Além de atacar publicamente veículos de comunicação e jornalistas, Bolsonaro também restringiu acesso a informações.

Em 27 de março do ano passado, por exemplo, na entrada de um jantar beneficente, em São Paulo, um assessor de imprensa selecionou os veículos que seriam autorizados a cobrir a visita do presidente.

Foram impedidos de acompanhar o jantar jornalistas do UOL, Folha de S.Paulo, O Globo, Estado de S.Paulo, Valor Econômico, TV Globo e rádio CBN. Puderam entrar repórteres das TVs Band, Record, SBT e Cultura, além da NBR.

Jornalistas assassinados

Além do número geral de casos de violência contra jornalistas e ataques à liberdade de imprensa ter crescido em 2019, também cresceu o número de assassinatos, de acordo com o levantamento da Fenaj.

Os jornalistas Robson Giorno e Romário da Silva Barros, ambos com atuação em Maricá (RJ), foram assassinados. Em 2018, havia ocorrido um assassinato e, em 2017, nenhuma morte em razão do exercício profissional fora registrada.

Das categorias de agressões diretas a jornalistas, além dos assassinatos, registrou crescimento em 2019, em comparação com o ano anterior, a categoria das injúrias raciais. Em 2019, houve dois casos de racismo e, em 2018, nenhum.

Do Site UOL

Pesquisa divulgada pela Federação Nacional dos Jornalistas

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Hildo Rocha entrega caminhão pipa para comunidade Jatobá dos Noletos, em São João dos Patos

Deputado Hildo Rocha entrega caminhão pipa.

Mais uma comunidade foi beneficiada graças ao trabalho do deputado federal Hildo Rocha. Desta vez a benfeitoria chegou para a comunidade Jatobá dos Noletos, no município de São João dos Patos. A entrega do caminhão pipa foi comemorada com entusiasmo por moradores e lideranças que também trabalharam a fim de conseguir o equipamento que será utilizado principalmente no abastecimento de água.

 

“Nesta localidade, de vez em quando, algumas casas ficam sem abastecimento de água. Esse caminhão pipa que foi adquirido pela Codevasf, com recursos públicos federais originários de emenda parlamentar de minha autoria será utilizado na tarefa de facilitar o abastecimento de água além de outras tarefas como a irrigação de hortas e outros cultivos de agricultores familiares de Jatobá dos Noletos e demais localidades da região, servindo a aproximadamente três mil pessoas”, destacou Hildo Rocha.

 Além do deputado Hildo Rocha, participaram do ato, o deputado estadual Arnaldo Melo; os vereadores Fernandinho Soares; Geovane Beltrão; Magão (Francisco James Barbosa Lima); Raimundo Filho; Rayanna Noleto e Thuany Costa (presidente da Câmara).

 

Também prestigiou o evento o pré-candidato a prefeito Dr. Alexandre Magno Pereira Gomes, o empresário Tangará, Paulo do Zeca, Pedro Neto e Neidinha, prefeita de Guadalupe- PI.

 

Atuação das lideranças

Rocha enfatizou que o benefício foi alcançado por meio de ação que teve a participação do deputado estadual Arnaldo Melo e as lideranças de oposição à atual administração municipal.

 

“O deputado Arnaldo Melo, as vereadoras Thuany Costa e Rayanna Noleto, o Dr. Alexandre e o presidente da Associação dos Moradores do Jatobá dos Noletos, Raimundo Noleto, entre outras lideranças, solicitaram o caminhão e juntos trabalhamos firme a fim de tornar possível essa conquista de grande utilidade para a comunidade”, explicou o parlamentar.

 

Compromisso e gratidão

O deputado estadual Arnaldo Melo reafirmou o compromisso de continuar trabalhando em parceria com o deputado federal Hildo Rocha com a finalidade de conseguir mais benefícios para o município de São João dos Patos.

 

“Para isso nós contamos com a colaboração do deputado Hildo Rocha, esse grande parlamentar que tem realizado um excelente trabalho em benefício da população maranhense.  Deputado, em nome dos moradores do povoado Jatobá dos Noletos, em nome das vereadoras Thuany Costa e Rayanna Noleto e demais vereadores de São João dos Patos, também em nome do Dr. Alexandre e do presidente da Associação dos Moradores da comunidade Jatobá dos Noletos agradeço por essa parceria tão importante para o nosso povo”, declarou Arnaldo Melo.

 

“Parceria que deu certo, que merece ser mantida, reforçada e reconhecida por todos nós e por toda a população de São João dos Patos. Quero, assim, agradecer imensamente ao deputado Hildo Rocha por ele ter trazido esse benefício para Jatobá dos Noletos e região. Agradeço por toda a atenção, o carinho, o respeito, a responsabilidade, dos deputados Hildo Rocha e Arnaldo Melo em ralação aos vereadores de São João dos Patos. Também agradeço ao meu esposo Alexandre e a todos os amigos que apoiam a nossa luta, o nosso trabalho na Câmara Municipal de São João dos Patos”, enfatizou a vereadora Thuany Costa, presidente do legislativo local.

 

“Em nome de toda a comunidade quero agradecer esse apoio que tivemos dos deputados Hildo Rocha e Arnaldo Melo, dos demais colegas vereadores e das lideranças que nos ajudaram a conquistar esse carro pipa para a nossa comunidade”, frisou a vereadora Rayanna Noleto.

 

“Quero agradecer, do fundo do coração, por esse presente tão importante que você e o deputado Arnaldo Melo trouxeram para a nossa comunidade, deputado Hildo Rocha. Esse caminhão está em boas mãos e servirá para mais de três mil pessoas da região”, afiançou Raimundo Noleto, presidente da Associação dos Moradores do Jatobá dos Noletos.

 

“É assim que se faz a boa política, essa é a política que São João dos Patos precisa, esses são os políticos que nós precisamos. É dessa forma que nós vamos mudar o Maranhão. Esse é o compromisso que temos com a população”, declarou o pré-candidato a prefeito, Dr. Alexandre Magno Pereira Gomes.

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Edivaldo inicia obra de drenagem profunda e pavimentação na região da Divinéia

 

O prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT) começou a semana cumprindo mais um compromisso assumido com a população. Foram iniciadas as obras de drenagem profunda e pavimentação na região da Divinéia.

 

O sistema de drenagem que será implantado na região da Divinéia terá cerca de 11,5 km de extensão de rede. A obra compreende a implantação de tubulação, galerias e a retificação de um trecho do canal do Planalto Turu.

 

Esta é mais obra de infraestrutura realizada na gestão do pedetista que vai solucionar problemas estruturais na cidade. O bairro Divinéia sofre com os alagamentos durante o período chuvoso devido à falta de rede de escoamento da água das chuvas.

 

O trabalho vai garantir o desenvolvimento urbano, social e econômico da região, valorizando o local e proporcionando mais bem-estar para a população, que aguarda por esta obra há pelo menos 20 anos.

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