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Sexta-feira, 3 de julho de 2020.

Bolsonaro e os filhos vivem com medo.

Flávio, Jair, Carlos e Eduardo Bolsonaro

 

Diário do Centro do Mundo

Por Moises Mendes

Bolsonaro e os três filhos formam a família mais poderosa e mais atormentada do Brasil. A mais acossada desde o Império. Bolsonaro simula que manda em quem quiser mandar, mas desconfia do porteiro do condomínio e teme os arquivos do major Olímpio, do delegado Waldir, de Bebianno e de Joice Hasselmann.

Os filhos de Bolsonaro desconfiam de todos que dizem confiar neles. Não há filhos mais assombrados por sombras e medos do que os três filhos de Bolsonararo.

Eles temem traições entre os milicianos. Desconfiam do Queiroz, dos parentes do Queiroz, dos laranjas insatisfeitos com a partilha das rachadinhas, dos robôs das fake news.

Os Bolsonaros desconfiam do vice Hamilton Mourão. Não podem confiar em Rodrigo Maia. Bolsonaro abandonou o próprio partido por desconfiar dos gestores do cofre. E desconfia de Witzel.

A família Bolsonaro não dorme em paz, como as famiglias da Sicília. Os Bolsonaros não sabem mais quem são seus inimigos, porque não sabem há muito tempo quem são seus amigos.

Desde aquela noite em que Bolsonaro comemorou a vitória gritando que eliminaria os marginais vermelhos na ponta da praia, a maldição abateu-se sobre o pai e os filhos.

Não são mais os velhos adversários que os Bolsonaros precisam abater. Desde aquele momento, desde a comemoração com o alerta aos inimigos, que os amigos dos Bolsonaros são suas verdadeiras ameaças.

Temem a memória e a alma de Marielle Franco e os rastros deixados pelos seus assassinos. Temem a presença de Sergio Moro, mesmo que o ex-juiz e Bolsonaro precisem sobreviver abraçados, até o dia em que um deles será obrigado a dar o bote. Pela frente mesmo, porque já é um bote esperado.

Bolsonaro não tem tempo para governar, porque é ocupado pela tensão permanente e pelo medo de ser traído. Bolsonaro não confia em Trump, nem em Paulo Guedes, porque Guedes fala como candidato e quer ocupar o lugar do chefe no coração do empresariado e dos golpistas.

O governo já demitiu seis generais, porque Bolsonaro não acredita na fidelidade deles. Ele, os filhos e seus subalternos fiéis tentam cuidar de cada movimento dos 2.500 oficiais empregados no governo.

Os Bolsonaros não confiam nos bispos neopentecostais e não podem confiar em ninguém da direita, dentro ou fora dos templos, porque a direita abandona seus perdedores, como abandonou Collor, Aécio, Serra, Eduardo Cunha.

Os Bolsonaros só confiam em Olavo de Carvalho, mas esse não tem poder real, não tem quartéis e nem votos. Olavo de Carvalho é o rasputin dos Bolsonaros, só tem a poção da Terra plana.

Mas os Bolsonaros ainda não estão diante de todos os seus medos. Um dia, daqui a pouco, eles poderão temer os próprios Bolsonaros, quando uns terão medo dos outros, e aí talvez já nem estejam mais no poder.

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Novo celular da Xiaomi tem bateria enorme, 5 câmeras traseiras e ‘precinho’…

A fabricante chinesa Xiaomi anunciou nesta quarta (5) o lançamento de um novo celular. O modelo Mi CC9 Pro tem, entre os destaques, um conjunto de cinco câmeras traseiras (incluindo uma de 108 MP), zoom de 50x, uma bateria pra lá de gigante e um precinho até que camarada. Fora da China, o modelo será conhecido como Redmi Note 10. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do modelo no Brasil – fora, ele começará com preço de US$ 400 (cerca de R$ 1,6 mil)…

CUma das lentes do novo celular da Xiaomi terá 108 MP - Divulgaçãoâmeras potentes Além do sistema de cinco câmeras traseiras, o celular conta com um sensor de 108 megapixels que foi desenvolvido em parceria com a Samsung. Este é o mesmo sensor que apareceu no celular Mi Mix Alpha há poucos meses – aquele que tem uma tela que vai até a traseira do display. Uma outra lente de 5 MP oferece tanto zoom ótico, com aumento de cinco vezes, quanto zoom digital, que aproxima a imagem até 50 vezes – o mesmo do Huawei P30 Pro.

Há ainda uma lente grande angular de 20 MP, outra que ajuda no desfoque de fundo de 12 MP e mais um sensor de 2 MP para fotos macro. Já a câmera de selfie conta com 32 megapixels. Tela e design Há ainda uma lente grande angular de 20 MP, outra que ajuda no desfoque de fundo de 12 MP e mais um sensor de 2 MP para fotos macro. Já a câmera de selfie conta com 32 megapixels. Tela e design O novo smartphone da Xiaomi não economiza no tamanho da tela: tem um display de nada menos que 6,47 polegadas com qualidade Super Amoled e a resolução Full HD+; Sob o display, ainda existe um leitor de digital ótico. O aparelho possui ainda poucas bordas e conta com o design com uma gota no topo do painel, na área central, para a câmera frontal única…

O Redmi Note 10 vai estar disponível em três cores: Magic Green (verde), Ice and Snow Aurora (branco) e Phantom Black (preto). Processador intermediário e bateria enorme O processador do celular é o Snapdragon 730G, de oito núcleos, com velocidade de até 2.2 Ghz.

É um processador da Qualcomm voltado para games. Este não é o melhor processador da atualidade feito pela Qualcomm- os últimos tops de linha vieram com o Snapdragon 855. No caso do Redmi Note 10 (ou Mi CC9 Pro), foi escolhido um chip de nível intermediário. A bateria do Redmi Note 10, contudo, chama bastante a atenção: possui 5.260 mAh. É algo notório, visto que alguns dos celulares conhecidos por terem uma “superbateria.

Informações do Site UOL

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