Começa na próxima segunda-feira a pré-matricula para primeira série do Ensino Médio da rede estadual

A partir da próxima segunda-feira (3) até as 23h59 do dia 14 de dezembro estará aberto o sistema de pré-matrícula online para o 1º ano do Ensino Médio nas escolas da rede estadual de ensino. A pré-matrícula será feita no site da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), no endereço eletrônico: www.educacao.ma.gov.br/matricula2019. Podem se inscrever estudantes que estão concluindo o 9º ano do Ensino Fundamental em escolas das redes federal, estadual, municipal ou privada.

Serão ofertadas 110 mil vagas para a 1ª série do Ensino Médio em 711 escolas da rede estadual de ensino nos 217 municípios maranhenses, incluindo os 36 Centros Educa Mais (Escolas de Educação Integral).

No ato da pré-matrícula, os candidatos poderão optar por uma das escolas da rede, exceto as unidades escolares das modalidades de Educação do Campo, Educação Especial, Educação Indígena, Educação Quilombola e Educação de Jovens e Adultos, que têm calendário diferenciado.

O estudante fará opção pelo município que deseja estudar, informando seus dados pessoais. Em seguida, fará opção pela escola na qual deseja cursar a 1ª série do Ensino Médio Regular, no ano letivo de 2019, conforme vagas disponíveis. Ao escolher o município da escola para a qual deseja se inscrever, o estudante só poderá optar por escolas pertencentes àquela localidade. E ao selecionar uma unidade escolar, automaticamente, assume a vaga disponível na escola de sua preferência, até que as vagas se esgotem. Cada estudante só poderá solicitar pré-matrícula em uma única escola.

Centros Educa Mais

A pré-matrícula para os 36 Centros Educa Mais serão no mesmo período do Ensino Regular e obedecem aos mesmos critérios. Os estudantes que optarem pelo ensino médio em um dos Centros de Educação Integral, automaticamente, serão informados pelo sistema no ato da pré-matrícula, que irão frequentar a escola no turno diurno (manhã e tarde).

Pontos de apoio com acesso à internet

Para quem não tem acesso à internet em casa, a Seduc está disponibilizando 20 pontos de apoio para a realização da pré-matrícula. Em São Luís, os pontos de apoio funcionarão nos seguintes locais: Centro de Ensino Maria Mônica Vale – NTE São Luís I, no Vinhais; Centro de Ensino Gonçalves Dias – NTE São Luís II, no bairro de Fátima; Centro de Ensino São Cristóvão, bairro São Cristovão; Centro de Ensino Erasmo Dias, no Maiobão. A lista com todos os locais e os respectivos endereços, também constará no portal da Secretaria.

Período de matrículas

As matrículas serão efetivadas no período de 7 a 18 de janeiro de 2019. Neste período, será realizada também a matrícula e rematrícula na 2ª e 3ª séries do Ensino Médio e no Ensino Fundamental da Rede Estadual e os pais devem ir diretamente às escolas para matricular seus filhos.

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PCC planeja assassinar ex-secretário do governo de SP

A cúpula do Primeiro Comando da Capital (PCC) planeja assassinar o ex-secretário da segurança Pública Antonio Ferreira Pinto para ameaçar o governo de São Paulo, com o objetivo de impedir a transferência de líderes da facção criminosa de penitenciárias estaduais para o sistema prisional federal.

O plano para matar o ex-secretário foi descoberto há cerca de 20 dias quando comunicações entre integrantes da organização foram detectadas pela Polícia Militar. Desde então, Ferreira Pinto está sob proteção policial. Procurador de Justiça, ele havia dirigido a secretaria entre 2009 e 2012 – antes foi secretário da Administração Penitenciária de 2006 a 2009.

A Segurança Pública não revelou quantos homens estão fazendo a proteção do secretário. Também não informou se outras autoridades estão sob a mira da facção. A escolha de Ferreira Pinto como alvo é simbólica.

Para lá foram Roberto Soriano, o Tiriça, e Francisco Antônio Cesário da Silva, o Piauí. Em 2016, foi a vez de o Estado mandar para o sistema federal outro líder do grupo: Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka, sob a acusação de ele ter ordenado a rebelião no Centro de Detenção de São José dos Campos.

Na semana passada, parte do segundo escalão do PCC teve a transferência a prisões federais deferida pela Justiça com base em dados da Operação Echelon, em que o Ministério Público Estadual investigou a atuação da chamada Sintonia dos Estados e outros países, setor responsável pelo controle da facção fora de São Paulo. O grupo era acusado de ordenar dezenas de homicídios de bandidos rivais e atentados contra agentes penitenciários federais.

Outro pedido de transferência da cúpula da facção está sendo preparado pelo Ministério público Estadual, que quer mandar o líder máximo do PCC, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, para o sistema federal. Nas unidades mantidas pela União, de segurança máxima, estão os chefes das demais facções do País – a única exceção é Marcola. A decisão de mandá-lo ao sistema federal enfrenta resistência dentro do governo do Estado. A atual gestão da Segurança Pública acredita poder controlar melhor a facção se a cúpula do PCC continuar no sistema prisional paulista.

Planos

O atentado contra Ferreira Pinto não é o primeiro plano terrorista que estava sendo preparado pela facção e foi descoberto pela polícia este ano. Antes do 1.º turno das eleições, a Polícia Federal havia interceptado comunicações da cúpula do PCC. As gravações mostravam que os bandidos planejavam ações contra autoridades, órgãos públicos e integrantes do sistema penitenciário federal. O motivo era a suspensão de visitas íntimas de membros das organizações criminosas detidos nas penitenciárias federais.

Depois, no início de outubro, nova ameaça foi descoberta: o plano de resgate de parte da cúpula da facção, detida na Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, na região oeste de São Paulo. É lá que está presa a cúpula do PCC. Temendo endurecimento no tratamento após a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, os bandidos teriam contratado mercenários para atacar a prisão e retirar Marcola de lá. O grupo usaria um avião para levar o bandido ao exterior, provavelmente a Bolívia.

Para impedir isso a Segurança Pública fechou a pista do aeroporto de Presidente Venceslau e enviou à cidade homens das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e do Comando de Operações Especiais (COE). Especialistas em salvamento em selvas e em luta antiguerrilha, homens do COE levaram metralhadoras MAG, de calibre 7,62 mm, para proteger o perímetro da prisão, além de blindados da tropa de choque. No começo do mês, a Rota detectou o sobrevoo de um drone na área e o perseguiu. A prisão continua cercada pela tropa de choque.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Hildo Rocha consegue aprovar criação do Conselho de Gestão Fiscal, projeto tramitava há 18 anos

Foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal, o relatório do deputado Hildo Rocha referente ao Projeto de Lei que regulamenta a criação do Conselho de Gestão Fiscal (CGF). A criação do colegiado que deve criar meios para uniformizar os procedimentos fiscais dos diversos entes públicos do Brasil, está prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000). Porém, nunca avançou.

“Graças ao meu trabalho, primeiro na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) e na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) consegui aprovar, por unanimidade, o relatório de minha autoria. Fizemos a nossa parte. Agora caberá ao Senado aprovar essa proposta que tramita há 18 anos aqui na Câmara Federal”, destacou Hildo Rocha.

De acordo com o parlamentar, se o Conselho de Gestão Fiscal já estivesse em funcionamento o país não teria afundado na atual crise fiscal. Rocha explicou que as longas filas nos hospitais e as dificuldades para se conseguir fazer cirurgias em hospitais da rede pública é consequência da mal aplicação dos recursos financeiros.

“Tenho certeza que com a implantação do CGF finalmente a Lei de Responsabilidade Fiscal será respeitada e o Brasil vai melhorar muito”, argumentou o deputado.

Composição

Pelo projeto, o órgão será integrado por 14 membros representantes do Poder Executivo, do Legislativo, Judiciário, dos Tribunais de Contas, do Ministério Público e do Conselho de Contabilidade.

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O boi gigante que chocou telespectadores de TV australiana e escapou do abate por ser ‘grande demais’

Knickers costuma ser seguido por rebanho de gado wagyu — Foto: Geoff Pearson

Com cerca de 1,4 mil kg e 1,94 metros de altura, acredita-se que o animal de sete anos seja o maior boi da Austrália, país que abriga milhões de cabeças de gado.

Para efeito de comparação, ele tem quase o mesmo peso de um carro Golf (1.318 kg), da Volkswagen, e tem quase a altura do jogador de basquete americano Michael Jordan (1,98 metros).

E seu tamanho acabou sendo sua salvação. Quando Geoff Pearson, seu dono, tentou colocá-lo à venda em leilão no mês passado, os processadores de carne disseram simplesmente que não tinham a infraestrutura necessária para lidar com ele, devido ao tamanho – e, assim, Knickers escapou do matadouro.

Ele agora vai viver o resto da vida pastando no confinamento de Lake Preston em Myalup, 136 km ao sul de Perth.

“Knickers continua vivo”, diz Pearson, que tem recebido ligações da imprensa local desde que a emissora pública de televisão australiana chamou a atenção para o “boi gigante” da raça Holstein-Friesian — significativamente mais alto que a média.

G1

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No manicômio de Bolsonaro, até Mourão parece uma ilha de lucidez.

POR MIGUEL ENRIQUEZ

Publicado no Diário do Centro do Mundo – DCM

General Mourão, vice presidente eleito do Brasil

No manicômio em que se transformou o entorno do presidente eleito, Jair Bolsonaro, com declarações intempestivas sobre política externa, propostas destrambelhadas na área econômica capitaneada pelo Posto Ipiranga Paulo Guedes, escolha de fundamentalistas de extrema direita para postos chaves como os ministérios das Relações Exteriores e da Educação, entre outros, acredite se quiser: o general Hamilton Mourão vem despontando como uma rara ilha de lucidez.

A constatação é tão ou mais surpreendente quando se recorda a trajetória recente do vice-presidente, seja nos seus últimos anos na ativa do Exército, seja no período eleitoral, propriamente dito.

Em 2015, quando ainda estava à frente do Comando Militar do Sul, em palestra a oficiais da reserva Mourão defendeu a possibilidade de uma intervenção militar, no país, além criticar severamente a então presidente da República Dilma Roussef e programar uma homenagem ao coronel torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra, de quem é um grande admirador, sentimento compartilhado, com Bolsonaro, por sinal.

O conjunto da obra custou-lhe, além do rótulo de boquirroto, a perda do comando da tropa e a transferência para a burocrática Secretaria de Economia e Finanças do Exército.

Em setembro do ano passado, Mourão voltou a preconizar o golpe, o que apressou sua passagem para a reserva e possibilitou sua candidatura como vice- de Bolsonaro.

Durante a campanha eleitoral, o general da reserva consolidou sua fama de falastrão, para desconforto do próprio Bolsonaro, diga-se, empenhado em amenizar para consumo externo sua imagem de troglodita e truculento.

Em sucessivas ocasiões, Mourão soltou o verbo, com referências pejorativas à indolência e malandragem dos índios e negros, às famílias dirigidas apenas por mães e avós, definidas como “fábricas de elementos desajustados”.

Não faltaram críticas a existência do 13º salário, que chamou de típica jabuticaba brasileira, que pesaria em desfavor dos empresários, além de propostas estapafúrdias, como uma nova Constituição elaborada por notáveis, e a possibilidade de autogolpe de parte de um futuro governo.

“Quando você vê que o país está indo para uma anomia, anarquia generalizada, que não há mais respeito pela autoridade, pode haver um autogolpe por parte do presidente com apoio das Forças Armadas”, afirmou em entrevista à GloboNews.

Passadas as eleições, no entanto, à medida que Bolsonaro retomava os disparates de sempre, com a milionária contribuição de seu grupo mais próximo (os garotos, Paulo Guedes e o tal Gustavo Bebbiano, ex-presidente do PSL, a legenda de ocasião pela qual foi eleito), aqui e ali Mourão foi baixando a bola, manifestando alguns rasgos de lucidez.

A entrevista concedida à jornalista Mônica Bergamo, publicada nesta sexta feira, 23, é um bom exemplo dessa postura. Notoriamente dotado de formação intelectual mais sólida e mais articulado do que o capitão Bolsonaro, o general Mourão tratou de contestar e colocar no devido lugar algumas das ideias e propostas mais estapafúrdias do futuro presidente, principalmente no que se refere à política externa do novo governo, orientada pela subserviência ao presidente americano, Donald Trump.

A defesa do pragmatismo, que retoma a política exterior do governo do general Ernesto Geisel (1974-1979), o penúltimo dos presidentes militares, que evitava o alinhamento automático com os Estados Unidos, preconizado hoje por Bolsonaro e pelo chanceler abilolado Ernesto Araújo, é um dos pontos altos da entrevista.

Sob Geisel, o Itamaraty ampliou a presença do Brasil na África e foi dos primeiros a reconhecer os governos socialistas da Portugal e de Angola, após a derrubada do Salazarismo, em Portugal, além de reatar as relações diplomáticas com a China.

“A posição dos EUA é inquestionável”, afirmou Mourão.”É a potência hegemônica, que tem capacidade de travar guerra em dois locais diferentes ao mesmo tempo e grande projeção tecnológica. É um mercado a ser explorado e uma parceria estratégica.”

Ao mesmo tempo, porém, Mourão, que de bobo não tem nada, não embarca na canoa furada de Bolsonaro em relação à China, atualmente um parceiro comercial muito mais importante do que os Estados Unidos. “Mas não podemos descuidar dos outros grandes atores da arena internacional”, disse. Não podemos nos descuidar do relacionamento com a China.”

Na verdade, o general parece conhecer melhor os números do comércio exterior do que Bolsonaro, o Posto Ipiranga e seus acólitos.

Entre 2010 e 2017, as exportações brasileiras para a China somaram nada menos de US$ 321,20 bilhões, contra US$ 197,6 bilhões vendidos para os Estados Unidos. Disse Mourão: “ Uma briga com a China não é uma boa briga, certo? Tenho certeza absoluta de que nós não vamos brigar —34% das nossas exportações são para a China. Não podemos fechar esse caminho pois tem outros loucos para chegarem nele.”

O mesmo raciocínio vale para as relações com o Mercosul, subestimado e espezinhado por Guedes, um empresário que nunca produziu ou vendeu um prego na vida e fez fortuna com a especulação financeira.

A Argentina, com US$ 136,9 bilhões, foi o terceiro maior destino das exportações de produtos “made in Brazil”, no mesmo período. Por isso, embora admita que o Mercosul não esteja cumprindo a sua função, Mourão opõe-se a proposta de que seja colocado em segundo plano. “Antes de pensarmos em extinguir, derrubar, boicotar, temos que fazer os esforços ainda necessários para que atinja os seus objetivos”.

Os interesses econômicos também levaram Mourão a detonar a ideia de jerico do futuro presidente de transferir a embaixada brasileira em Israel para Jerusalém.

É óbvio que a questão terá que ser bem pensada. “É uma decisão que não pode ser tomada de afogadilho, de orelhada”, afirmou.“Nós temos um relacionamento comercial importante com o mundo árabe. E competidores que estão de olho se perdermos essa via de comércio.”

Transformado numa espécie de “grilo falante” do futuro governo, Mourão também investiu contra duas bandeiras caras ao bolsonarismo: a negação das mudanças climáticas e a intervenção militar na Venezuela.” Não resta dúvida de que existe um aquecimento global”, afirmou. “Não acho que seja uma trama marxista.“

Da mesma forma, ele descarta qualquer ação militar contra o governo Maduro.” Não faz parte da nossa tradição diplomática a intervenção em assuntos internos de outros países”, lembrou. “O que o Brasil pode fazer é participar do esforço conjunto internacional para que a democracia retorne ao país, mas com uma pressão diplomática, sem retaliações.”

O pragmatismo de Mourão aparenta ter origem no realismo aprendido em seus mais de 40 anos de caserna. “Nós podemos comprar as brigas que podemos vencer”, observou. “As que a gente não pode, não é o caso de comprar.”

Diante do inevitável, que é a posse de um presidente eleito com 57,8 milhões de votos, a expectativa é de que gente como Mourão mantenha essa posição diferenciada e consiga conter as barbaridades esperadas de um governo Bolsonaro.

Essa possibilidade, porém, é vista com ceticismo pelo professor Oliver Stuenkel, coordenador da Escola de Ciências Sociais e pelo MBA de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas, de São Paulo.

“Seria tolice acreditar que o Mourão pode anular/superar os radicais pró Trumpistas, negadores de mudanças climáticas e anti-globalistas em torno de Ernesto Araujo, Eduardo Bolsonaro e Olavo de Carvalho em todos os assuntos”, afirma Stuenkel. “Ele terá que escolher suas batalhas. Será um eterno controle de danos.”

Ou seja, o “grilo falante” vai ter que rebolar para minimizar o desastre que se anuncia.

POR MIGUEL ENRIQUEZ

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Em Buritirana, Hildo Rocha vistoria calçamento assegurado por emendas de sua autoria

Durante recente visita ao município de Buritirana, o deputado federal Hildo Rocha vistoriou as obras de calçamento em bloquetes que estão sendo realizadas em diversas ruas da cidade com financiamento do governo federal assegurado por emenda indicada pelo parlamentar.

“Lutei e consegui fazer com que recursos para pavimentação em bloquetes  fossem destinados ao município. Graças a essa minha atitude o prefeito Vagtonio está construindo essa importante obra que irá acabar com a poeira, que atormenta a população no verão, e também irá acabar com a lama e os constantes alagamentos das casas, no período do inverno”, destacou Hildo Rocha.

“Aqui está mais uma comprovação de que realmente o deputado Hildo Rocha é trabalhador e eficiente, ele dá resultados. Em nome da população, dos vereadores e da nossa equipe de governo, mais uma vez nós lhe agradecemos e pedimos a Deus que você possa , no seu próximo mandato, continuar ajudando a população da nossa cidade e dos demais municípios maranhenses”, enfatizou Vagtonio.

“Hildo Rocha tem lutado muito por nosso município, pelo Brasil e pelo Maranhão e acredito que irá lutar muito mais”, disse Juraci Roldão, secretário de infraestrutura de Buritirana.

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Prefeito de São Bento investe em segurança e fortalece a estrutura operacional da guarda municipal

Prefeito Luizinho Barros ao lado do secretário Jefferson Portela.

O prefeito de São Bento, Luizinho Barros, vem demonstrando através de ações concretas e efetivas, o interesse e respeito que tem com o quesito “segurança” que o município deve proporcionar aos cidadãos da cidade. O prefeito Luizinho vem investindo forte com treinamento e toda estrutura para melhorar a inda mais a guarda municipal da nossa cidade quer dentro de alguns dias estará recebendo uma viatura toda equipada.

Nova viatura da Guarda Municipal de São Bento

O prefeito também fala que não há motivo de pânico para os condutores de veículos, da sede e zona rural, por que em breve terá uma reunião com aguarda municipal, DMTT, Polícia Militar, Civil e outros segmentos da sociedade, onde na oportunidade será discutida uma política de segurança, assim com já vem acontecendo nas escolas, onde uma equipe pedagógica acompanha um projeto de educação no trânsito com as crianças para conscientizar dos riscos e cuidados com o trânsito.

Em 2 anos, o prefeito Luizinho já mudou muito a segurança de São Bento, e a população sabe disso, através de constantes pedidos à secretaria de segurança e também ao governador Flavio Dino, que não tem medido esforços para investir em novos policiais, medidas eficazes como a inauguração, no bairro aeroporto, da delegacia de São Bento, e a 3° Companhia do 10° BPM de São Bento, que vai  trabalhar lado a lado com uma nova estrutura em ponto estratégico, dando mais segurança a nossa cidade, que antes funcionava em uma delegacia e um quartel sem a mínima condição para os trabalhos operacionais dos policiais.

Viaturas novas, além de motos que foram entregues para o patrulhamento, e dentro de alguns dias o prefeito entregará uma nova viatura a guarda municipal da cidade e através de uma parceria com o poder judiciário, o chefe do executivo viabiliza 6 motocicletas que servirão de apoio na ronda da guarnição. Blitz constante vem acontecendo em pontos estratégicos coibindo o tráfico de drogas, carros, e motos roubados que já foram apreendidos no nosso município.

Com práticas políticas visando o bem estar da população, a prefeitura de São Bento consegue contornar o discurso sem fundamento de opositores e a resposta é o trabalho.

 

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Hildo Rocha consegue grande conquista para usuários do Sistema Único de Saúde (SUS)

O deputado federal Hildo Rocha conseguiu aprovar na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados (CFT) relatório de sua autoria referente ao PL 5460/2016, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer o procedimento de implante por cateter de prótese valvar aórtica às pessoas com estenose aórtica que possuam contraindicação à cirurgia convencional.

Hildo Rocha destacou que a legislação atual não permite a realização desse procedimento na rede pública de saúde. “Sabe-se que os procedimentos pelo modo convencional registram índices de mortalidade muito grande. Com a aprovação desse projeto isso muda e

o SUS passará a fazer o tratamento (implante) por cateter de prótese valvar aórtica. Isso vai possibilitar a milhares de usuários da rede pública de saúde a oportunidade de fazer tratamentos adequados, usando novas e eficientes tecnologias”, argumentou o deputado.

Impactos no orçamento

O parlamentar disse que para fazer com que o projeto fosse aprovado na CFT foi necessário fazer um minucioso trabalho de adequação e de compatibilização com o que estabelece a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei de Responsabilidade Fiscal.

“De fato, a aprovação do PL 5460/2016 cria impactos nas despesas da União. Entretanto, irá salvar milhares de vidas, principalmente de brasileiros que se encontram na melhor idade. Para respeitar a Lei de Responsabilidade Fiscal, estabeleci compatibilidades entre os dispositivos legais já existentes e a nova lei”, explicou Hildo Rocha.

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Adriano afirma que crise é culpa do governo comunista

O deputado Adriano Sarney (PV) afirmou que a crise nas finanças do Estado é responsabilidade do governo comunista, pois, nos últimos anos, o Maranhão sofreu a maior retração no Produto Interno Bruto (PIB) do país, além de uma série de fatores como a dilapidação do Fundo de Previdência dos Aposentados (Fepa) e o constante aumento de impostos. O deputado discursou na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quarta-feira (21).

 
“O governo comunista coloca a culpa do péssimo desempenho econômico do Maranhão na crise nacional. Mas o que explica o PIB do Maranhão cair mais do que a média dos demais estados? Aumento de impostos, atraso no pagamento dos fornecedores, falta de incentivo para empresas se instalarem no Maranhão, tudo isto acarreta também no rebaixamento da nota de confiança do Estado no quesito confiança de pagamento, que foi rebaixado de uma nota B para uma nota C pela Secretaria do Tesouro Nacional”, pontuou Adriano.

 
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB maranhense encolheu 5,6% em 2016 – depois de já haver recuado 4,1% em 2015. Nos dois anos, o Maranhão registrou retração maior que a do Brasil.

 
Adriano ressaltou ainda que o governo quebrou o Fundo Estadual de Pensão e Aposentadoria (FEPA), que sofreu uma baixa extremamente volumosa nos últimos anos, pois tinha R$ 1,1 bilhão de saldo ao final de 2016, mas este número foi reduzido para R$ 665 milhões, ao término de 2017, podendo terminar 2018 com menos de R$ 200 milhões.

 
“O Brasil já está saindo da crise, mas o Maranhão, a cada dia que passa, está afundando na crise por culpa do governo comunista que está fazendo uma péssima gestão”, finalizou Adriano.
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Governo inaugura Escola Digna na cidade de Cajari

Governador Flávio Dino conversa com alunos em Cajari.

A cidade de Cajari recebeu ontem, 20/11/2018 a visita do governador Flávio Dino, acompanhado do secretário de Educação, Felipe Camarão e do deputado eleito Marcelo Tavares, e, entregou a nova escola digna do município o Centro de Ensino Quíncio Pinto Muniz depois de uma completa reforma e adequação daquela unidade para quase 500 alunos.

Secretário Felipe Camarão com alunos.

Única escola de Ensino Médio da cidade de Cajari, o C.E. Quíncio Pinto Muniz foi fundado em 1980 e era uma residência que foi adaptada para funcionar como escola. Nesses 38 anos, passou por uma única obra significativa em 1984, sendo que agora foi praticamente reconstruída e ganhou uma nova estrutura.

C.E.Quíncio Pinto Muniz em Cajari, o antes e o agora.

A obra recebeu investimentos na ordem de R$ 1.533.373,00 que garantiram serviços de revisão da cobertura e dos sistemas elétrico e hidráulico, colocação de piso, esquadrias, revestimento, forro PVC e extintores, além de pintura geral, ampliação de salas de aula, reforma e adequação da cozinha com construção de casa de gás e lixeira, reforma dos banheiros e, finalmente, a climatização há muito esperada pela comunidade escolar, para a qual foi instalada uma subestação de energia.

Quadra poliesportiva nova

O investimento contemplou ainda a reforma da quadra poliesportiva com pintura e instalação de alambrado novo, além da limpeza do poço artesiano e instalação de caixa d’água e cisterna.

Na oportunidade o governador Flávio Dino(PCdoB) refirmou seu compromisso com a educação e disse ter ficado muito feliz com a completa reestruturação e reforma da escola que vai beneficiar os alunos do ensino médio da cidade de Cajari. O secretário Felipe Camarão se disse emocionado ao participar da C.E.Quíncio Pinto Muniz, e reafirmou sua dedicação ao programa Escola Digna que ele vem tão bem conduzindo na gestão do atual governo: “Não posso deixar de me emocionar, pois encontramos esta escola em estado deplorável, mais hoje a realidade é outra e tenho certeza que os alunos farão bom uso deste patrimônio”

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