Canal Cohab-Cohatrac precisa de limpeza urgente

O canal entre a Cohab e o Cohatrac no quarto conjunto está precisando de uma limpeza com a máxima urgência, por causa do acúmulo de lixo e outras sujeiras que hoje estão atrapalhando a circulação da água. Copos plásticos, pratos, resto de comida, pedaços de árvores e toda sorte de sujeira está sendo colocada dentro da vala, provocando retenção e muita lama no local, o que prejudica a população que reside na área, principalmente na Rua 8 da Cohab, e, especialmente na região da igreja da Natividade, além das lanchonetes, que contribuem para a sujeira.

Moradores já solicitaram da Prefeitura Municipal, uma completa limpeza de toda área, com a parte mais afetada sendo embaixo da ponte que liga os dois bairros, na avenida que dá acesso ao Cohatrac. A Ambiental Engenharia enviou na manhã desta terça-feira uma equipe para iniciar a retirada da limpeza, mas só alguns funcionários, o que não será possível, pois para uma boa recuperação, só com equipamentos mais adequados, como máquinas e caçambas, visto que a situação exige isso.Pela manhã o titular do blogue esteve na região e colheu várias imagens.

 

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Fotos: Geraldo Castro

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Fotos mostram os estragos no CINTRA durante a ocupação da escola

Depois da desocupação  do Centro Integrado do Rio Anil quando os últimos invasores foram retirados da escola pela Polícia Civil e conduzidos para a Superintendência de Investigações Criminais, ficaram os prejuízos a serem pagos pelo Governo do Estado com o dinheiro público. Foram muitos dias de ocupação por parte de um bando de desocupados protestando contra a medidas do governo Michel Temer, prejudicado milhares de alunos que ficaram sem aulas.

O estrago foi grande e a sujeira, quebradeira, desorganização, sumiço de documentos de alunos entre outros atos de vandalismo dentro daquela instituição de ensino. Uma mãe de alunos do Cintra enviou ao blog imagens feitas após a desocupação que mostra toda peripécia dos invasores que permaneceram por vários dias, inclusive, segundo informes policiais, utilizando drogas e bebidas alcoólicas. Eis as fotos do interior do Cintra.

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A Secretaria de Educação do Estado emitiu NOTA a respeito da ocupação que acabou na manhã desta quarta-feira com a condução de 16 elementos pela polícia. Eis a Nota da Seduc.

 

Sobre a ocupação do Centro Integrado Rio Anil (Cintra), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) esclarece que:

 

Na noite desta terça-feira (22) foi efetuada a desocupação do Cintra, em cujas dependências se manifestava um pequeno grupo de 16 pessoas, que não contam com apoio das organizações estudantis e comunidade escolar. Os demais que ocuparam a unidade no dia 14 de outubro decidiram pela desocupação e se retiraram após atendimento de reivindicações apresentadas;

A retirada dos ocupantes ocorreu após a constatação de depredação do prédio da escola, de ameaças e de denúncias de que os manifestantes portavam armas, com risco iminente de graves ocorrências. Na noite desta terça-feira a polícia confirmou a existência de armas com o pequeno grupo;

Todas as reivindicações específicas dos manifestantes foram atendidas. Também todas as mediações possíveis foram realizadas pela Seduc, inclusive com participação de instituições públicas independentes e externas, que deixaram as negociações após descumprimento de acordo feito pelos estudantes que previa a desocupação nesta terça;

Reconhecemos e respeitamos o legítimo direito às manifestações pacíficas e continuamos à disposição para o diálogo, mas ressaltamos que é necessário resguardar o direito de todos, bem como assegurar que não haja violência de nenhum tipo.

São Luís, 23 de novembro de 2016.

Fonte: Seduc

23/11/2016

 

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Não fede, nem cheira. Não influi e nem contribui.

A frase da manchete deste post teria sido dita pelo comandante da Policia Militar do Maranhão, coronel Federico Pereira, oriundo do Exército Brasileiro onde chegou tão somente  tenente R2, em uma reunião de coronéis, quando se referiu aos programas Abrindo o Verbo, apresentado por mim, Geraldo Castro, e Blitz Difusora com o jornalista Silvan Alves, dois profissionais experientes e acostumados com os problemas existentes na segurança pública do Maranhão.

Pereira como é conhecido teria afirmado que os dois jornalistas não merecem ser ouvidos e a polícia militar cumpre seu papel dentro das “estratégias” planejadas pelo comando da corporação e a violência no estado está sob controle e não há motivo para preocupação em relação o que é comentado nos dois programas radiofônicos. “Não tenho tempo pra ouvir estes dois, pois não fede e nem cheira, não influi e não contribui”, o que eles dizem, teria afirmado com comandante R2.

No entanto, não é bem assim como diz o comandante R2 da Policia Militar, pois na cidade de Imperatriz, em uma noite mataram cerca de sete pessoas, no que foi denominada de a “noite do terror”. Ainda neste domingo, uma perseguição acabou em tragédia no Paço do Lumiar, quando quatro homens em um gol vermelho, todos encapuzados, promoveram um tiroteio intenso em perseguição a um veículo Saveiro branco, culminando com a morte de uma mulher grávida, e um motociclista abatido a tiros. O condutor da Saveiro foi até a Delegacia do Maiobão, mas os “encapuzados” não perdoaram e ainda atingiram o mesmo.

Leia reportagem do blog do Gilberto Leda

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Foto do blog do Gilberto Leda.

O domingo foi violento na capital maranhense. Um crime foi registrado na delegacia da Polícia Civil do Maiobão, em que tudo começou com uma perseguição terminou em duas mortes e um ferido.

Segundo informações, uma perseguição, que iniciou na Estrada da Maioba e teve o fim na delegacia do Maionão, em Paço do Lumiar, ocasionou na morte de uma mulher, identificada como Eriedna Silva Melo e que estava grávida de três meses, além da morte de um motociclista, identificado como Jefferson Machado Paixão que foi atingido por uma das balas e um homem, identificado como Jackson Dutra Ataíde, que não corre risco de vida e era marido da mulher.

No local, havia marcas de tiros na parede e no veículo, assim como cápsulas de bala no pátio externo. Dentro do veículo, de placa OJN 7616, de Santa Inês, estava alvejado de bala e no banco do carona estava a mulher ensanguentada.

O delegado da Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP), Estevânio Aragão, informou que Eriedna Silva e Jackson Dutra estavam dentro do Saveiro branco e ao transitarem pela Estrada da Maioba, nas proximidades do Sítio Grande, foram interceptados por quatro homens, não identificados, encapuzados e fortemente armados.

O bando criminoso teria efetuado vários tiros em direção a Saveiro branca. O casal ainda tentou fugir da vista dos acusados e invadiu a Delegacia de Polícia Civil do Maiobão. Ainda neste local, o bando crivou de bala o carro do casal. Um dos tiros atingiu a cabeça de Eriedna Silva e morreu no local. Em seguida, os acusados tomaram rumo ignorado.

O blog do Luis Cardoso enumera outros detalhes a respeito:

Um casal que estava em uma Saveiro Branca foi perseguido e resolveu entrar no pátio da delegacia do Maiobão imaginando que poderia ficar mais seguro. Não adiantou. Os perseguidores encapuzados, em um Gool vermelho, deram vários tiros, tendo algumas balas atingido a cabeça da mulher Eriadna Silva Melo e outros projéteis de alojaram no corpo do motorista Jackson Dutra Ataíde. A mulher, que estava grávida, morreu no local. Uma segunda vítima, motoqueiro Jefferson Machado Paixão, que passava pelo local, também foi atingido e faleceu.

morte-do-maiobaoO fato aconteceu na manhã de ontem, dia 20, na Região Metropolitana de São Luís. A mulher, estava grávida de seis meses, e morreu dentro da Saveiro. O homem que atingido encontra-se internado no hospital Socorrão II.

Informações policiais dão conta de que quatro homens que estavam no Gol vermelho usavam coletes à prova de balas. A polícia acredita que o caso tenha ligações com o tráfico de drogas.

Diante do quadro exposto por este blog nota-se perfeitamente que a violência está sob controle, e que o comando da PMMA parece viver em outro país, e o que mais se ouve e se lê nos grupos de policiais militares, são punições cada dia mais constantes por parte do alto comando, punindo quem merece e quem nada fez. Desse jeito, resta a nós profissionais do rádio, dizer ao R2 Federico Pereira, que “ele não fede e nem cheira” como comandante.

Fotos : blog do Luis Cardoso.

 

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No Brasil, 57% concordam que “bandido bom é bandido morto”, diz Datafolha

A famosa definição de que “bandido bom é bandido morto” tem a concordância de 57% da população brasileira, segundo pesquisa do Datafolha divulgada nesta quarta-feira (2), contratada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Os dados fazem parte do 10° Anuário Brasileiro de Segurança Pública, que será divulgado nesta quinta-feira (3).

O número é sete pontos percentuais maior que o da pesquisa de 2015, quando 50% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que “bandido bom é bandido morto.” Porém, no ano passado, a pesquisa foi feita apenas nas cidades com mais de 100 mil habitantes. Agora, pela primeira vez, foi traçado um panorama nacional da percepção sobre o tema.

Ainda entre os entrevistados, 34% afirmaram discordar da afirmação; 6% não concordam, nem discordam; e 3% disseram que não saberiam responder.

Segundo Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, a revelação mais forte da pesquisa de 2016 é que o percentual que concorda com a frase cresce nas cidades menores. “Notamos que essa crença se dá com força mais robusta nos municípios com menos de 50 mil habitantes. É um dado inédito”, disse.

Para Lima, há uma explicação para essa diferença. “Em geral, os dados nos remetem a duas polícias diferentes: uma polícia que atende a grandes cidades, e outra que atende a municípios menores. Nos menores, a polícia parece que é mais conhecida, tem um envolvimento maior com as pessoas; quando a violência chega, assusta de forma mais intensa, o que acaba gerando mais adeptos a essa teoria. No caso das grandes cidades, existe um distanciamento de polícia e sociedade.”

Diferenças

A pesquisa também mostra percepções diferentes de acordo com alguns estratos sociais. Por exemplo: a morte de bandidos é defendida por 60% dos homens e 55% das mulheres.

A diferença também existe entre os níveis de escolaridade. Para quem tem até o nível fundamental, essa concordância chega a 62%, caindo para 57% entre os que têm nível médio e 50% entre os de nível superior.

Em termos regionais, Norte e Sul são os que apresentam maior grau de concordância com a afirmação: 61%. O Sudeste tem o menor, com 53%. No Nordeste, esse índice ficou em 60% e no Centro-Oeste, 59%.

Já com relação à faixa etária, os jovens se demonstram mais tolerantes. Entre 16 e 24 a nos, o índice de concordância à morte de bandidos é de 54% e vai subindo até a faixa de 60 anos ou mais, onde o grau de concordância chega a 61%.

Para a pesquisa foram ouvidas 3.625 pessoas, em 217 municípios, entre os dias 1º e 5 de agosto. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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