Lucro da Vale cresce 25% e vai a R$ 7,8 bilhões

A mineradora brasileira Vale registrou lucro líquido de 7,891 bilhões de reais entre janeiro e março, melhor resultado desde o terceiro trimestre de 2013, com alta de 25 por cento ante o mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta quinta-feira.

O resultado foi impulsionado pelo aumento da produção de minério de ferro, sua principal commodity, e ocorreu apesar do impacto negativo do menor volume de vendas sazonal.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado subiu para 13,523 bilhões de reais, alta de 82,5 por cento em relação ao mesmo período do ano passado.

Em comparação com o quarto trimestre, no entanto, o Ebitda caiu 13,4 por cento, com o impacto das menores vendas.

Além do efeito da sazonalidade, a Vale anunciou na semana passada que as vendas deveriam ser mais fracas que os embarques registrados no primeiro trimestre por uma estratégia da companhia de aumentar estoques no exterior, apesar de ter reportado um recorde de produção para o período.

Os preços mais altos do minério, por outro lado, compensaram parcialmente o menor volume de vendas, segundo a Vale.

A receita líquida da companhia somou 26,742 bilhões de reais no primeiro trimestre, alta de 30 por cento ante o mesmo período de 2016.

O diretor financeiro da Vale, Luciano Siani, afirmou em um vídeo na internet que a empresa iniciou o ano “em grande estilo”, embalada pela inauguração do projeto S11D, em Canaã dos Carajás, no Pará, o maior de sua história, que entrou em operação comercial neste ano.

“O lucro líquido de 7,9 bilhões de reais foi o melhor resultado da empresa desde 2013, ficamos muito orgulhosos com essa recuperação da companhia após vários anos”, disse Siani.

O executivo destacou que, com os resultados do primeiro trimestre, a empresa conseguiu reduzir a dívida de forma substancial para 22,8 bilhões de dólares ante 25 bilhões de dólares no fim de 2016.

“O que mostra que a companhia está em trajetória de desalavancagem e, nos próximos trimestres, com aumentos sucessivos da produção em todas as linhas de negócios, vamos atingir resultados ainda melhores”, afirmou.

O lucro líquido da Vale em dólares foi de 2,49 bilhões, abaixo da estimativa média de analistas, de 3,325 bilhões de dólares, publicada no Thomson Reuters Eikon. O resultado, contudo, superou as expectativas da média dos analistas apurada pela reportagem da Reuters, de 2,43 bilhões de dólares.

 

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São Luís é uma das piores capitais para se viver

Se você tivesse que escolher uma capital para viver no Brasil, qual escolheria? Segundo um levantamento feito pela consultoria Macroplan, a melhor resposta seria Curitiba. De acordo com a pesquisa, esta é a melhor capital brasileira para se viver atualmente. O segundo lugar ficou com Florianópolis, seguido por Vitória, Belo Horizonte e, em quinto lugar, São Paulo.

 

Melhores capitais
Posição Capital Posição no
ranking geral
1 Curitiba (PR) 9
2 Florianópolis (SC) 17
3 Vitória (ES) 19
4 Belo Horizonte (MG) 20
5 São Paulo (SP) 21
Piores capitais
Posição Capital Posição no
ranking geral
1 Macapá (AP) 98
2 Porto Velho (RO) 94
3 Maceió (AL) 93
4 Belém (PA) 89
5 São Luís (MA) 85

Já do lado oposto, Macapá aparece como a pior capital para se morar. Porto Velho é a segunda pior. Maceió, Belém São Luís completam a lista das cinco piores capitais brasileiras para se viver.

 

O estudo Desafios da Gestão Municipal avaliou as 100 maiores cidades do Brasil, que representam metade do Produto Interno Bruto (PIB) do país, em 16 indicadores divididos em quatro áreas: educação e cultura, saúde, segurança e saneamento e sustentabilidade.

O estudo também mostra quais foram as cidades mais bem colocadas em cada categoria. Vitória foi a melhor capital no quesito Educação e Cultura, seguida por Florianópolis e São Paulo. A Macroplan ressalta que os 25 municípios com melhor nota em educação estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, destaque para o Estado de São Paulo, que abriga 19 municípios (incluindo a capital).

 

Em Saúde, as capitais mais bem colocadas foram Curitiba, Palmas e Vitória. Em segurança, São Paulo é a capital mais bem colocada. Da lista, 10 capitais se destacam no grupo dos 25 cidades com menores notas nessa categoria, sendo 8 capitais do Nordeste (Recife, Natal, João Pessoa, Aracaju, Maceió, Teresina, Fortaleza e São Luís) e 2 capitais do Centro-Oeste (Goiânia e Cuiabá).

 

Em saneamento básico e sustentabilidade, Curitiba se destaca como a capital com maior nota, seguida por Goiânia, São Paulo e Salvador.

 

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Suprema Corte da Rússia bane Testemunhas de Jeová do país

A Suprema Corte da Rússia decidiu, nesta quinta-feira, banir a religião Testemunhas de Jeová do país.

Segundo a decisão, a denominação foi considerada uma “organização extremista”, que agora terá de entregar todas as suas propriedades para o Estado – são pelo menos 395 templos espalhados pelo território russo.

Qualquer tipo de prática da religião a partir de agora também será criminalizada.

O procurador de Justiça Svetlana Borisova, um dos autores da ação, disse à agência de notícias Interfazas que as Testemunhas de Jeová representam “uma ameaça aos direitos dos cidadãos, à ordem pública e à segurança pública”.

Borisova também afirmou que a oposição dos adeptos dessa religião a se submeterem a transfusões de sangue viola as leis russas de saúde.

Representantes das Testemunhas de Jeová já disseram que tentarão apelar da decisão junto à Corte Europeia dos Direitos Humanos.

A religião foi fundada nos Estados Unidos no fim do século 19 e, durante o regime de Josef Stálin na União Soviética, foi proibida por lá – milhares de seguidores acabaram enviados para a Sibéria à época.

Seus integrantes são conhecidos por sua pregação de porta em porta e pela rejeição ao serviço militar e a transfusões de sangue.

Briga na Justiça

Quando o caso começou a ser julgado, na quarta-feira, advogados que representavam o movimento apresentaram um recurso argumentando que os seguidores da religião eram vítimas de repressão política e que a ação da Procuradoria era “ilegal”.

O procurador de Justiça afirmou, por sua vez, que as atividades das Testemunhas de Jeová violavam “a lei russa de combate ao extremismo” e que seus panfletos incitavam o ódio contra outros grupos.

Um deles, segundo a correspondente da BBC Sarah Rainsford, citava o romancista Leon Tolstói ao descrever a doutrina da Igreja Ortodoxa Russa como superstição e feitiçaria.

Já Yaroslav Sivulsky, representante das Testemunhas de Jeová, respondeu que o movimento não tem nada relacionado ao extremismo e disse que, em todos os casos que foram parar na Justiça, seus argumentos nunca foram ouvidos.

“Eu jamais pensaria que isso seria possível na Rússia moderna, onde a Constituição garante liberdade de prática religiosa.”

Estima-se que 175 mil pessoas sigam a religião agora proibida no país.

Segunda proibição

O regime de Stálin baniu não só as Testemunhas de Jeová, mas também outras religiões cristãs. A proibição só foi revogada pela Rússia em 1991.

Nos últimos anos, porém, o governo foi endurecendo suas atitudes em relação ao movimento, Em 2004, um grupo foi banido após acusações que envolviam recrutar crianças e proibir fiéis de aceitar assistência médica.

Segundo o grupo de direitos humanos Sova, uma “campanha oficial repressiva” tem sido conduzida contra a religião há anos, e muitos de seus membros teriam sido atacados fisicamente.

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Obesidade atinge 15,6% da capital maranhense e colabora para maior prevalência de hipertensão e diabetes

  • Dados inéditos divulgados pelo Ministério da Saúde alertam para prevalência alta da obesidade mesmo entre mais jovens, pessoas de 25 a 44 anos
  • Consumo de alimentos ultraprocessados e sedentarismo impactam no avanço das doenças crônicas: mais de 25% da população adulta têm diagnóstico de hipertensão
  • Estudo aponta ainda que, apesar do cenário preocupante, brasileiro reduziu quase pela metade o consumo de refrigerantes e passou a fazer mais atividade física no lazer.

O brasileiro está mais obeso. Em 10 anos, a prevalência da obesidade passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase um em cada cinco brasileiros. Em São Luís, a prevalência da obesidade está abaixo da média nacional, 15,6% da população está obesa. Os dados inéditos divulgados nesta segunda-feira (17/4) fazem parte da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) realizada pelo Ministério da Saúde em todas as capitais do país. O resultado reflete respostas de entrevistas realizadas de fevereiro a dezembro de 2016 com 53.210 pessoas maiores de 18 anos das capitais brasileiras.

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Segundo a pesquisa, o crescimento da obesidade é um dos fatores que pode ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis que piora a condição de vida do brasileiro e podem até matar. O diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016 e o de hipertensão de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. Em ambos os casos, o diagnóstico é mais prevalente em mulheres. Na capital do Maranhão, 18,2% disseram ter diagnóstico médico de hipertensão, e 6,8%, de diabetes.

 

“O Ministério da Saúde tem priorizado o combate à obesidade com uma série de políticas públicas, como Guia Alimentar para População Brasileira. A alimentação saudável aliada a prática de atividade física nos ajudará a reduzir a incidência de doenças como diabetes e hipertensão na população”, declarou o ministro Ricardo Barros.

 

O Vigitel, realizado pelo Ministério da Saúde desde 2006, auxilia para conhecer a situação de saúde da população e é utilizado como base para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência de doenças crônicas não transmissíveis, melhorando a saúde do brasileiro.

 

EXCESSO DE PESO E OBESIDADE – A obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. Excesso de peso também cresceu entre a população. O percentual de quem possui Índice de Massa Corporal (IMC) entre 25 kg/m² e 30 kg/m², passou de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país. Em São Luís, menos da metade da população (47,9%), está com excesso de peso.

 

A pesquisa também mostra a mudança no hábito alimentar da população. Os dados apontam uma diminuição da ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão diminuiu 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana. Esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

 

MENOS REFRIGERANTE – Entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.

A população com mais de 18 anos está praticando mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre.

INCENTIVO A HÁBITOS SAUDÁVEIS  O incentivo para uma alimentação saudável e balanceada e a prática de atividades físicas é prioridade do Governo Federal. Assim que assumiu o Ministério da Saúde, Ricardo Barros publicou uma Portaria proibindo venda, promoção, publicidade ou propaganda de alimentos industrializados ultraprocessados com excesso de açúcar, gordura e sódio e prontos para o consumo dentro das dependências do Ministério. A pasta também participou da assinatura da portaria de Diretrizes de Promoção da Alimentação Adequada e Saudável nos Serviço Público Federal. Sugerida pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, a diretriz orienta formas da alimentação adequada e saudável nos ambientes de trabalho do serviço público federal. Além disso, constrói uma campanha pela adoção de hábitos saudáveis chamada Saúde Brasil.

 

O Ministério da Saúde também adotou internacionalmente metas para frear o crescimento do excesso de peso e obesidade no país. Durante o Encontro Regional para Enfrentamento da Obesidade Infantil, realizado em março em Brasília, o país assumiu como compromisso deter o crescimento da obesidade na população adulta até 2019, por meio de políticas intersetoriais de saúde e segurança alimentar e nutricional; reduzir o consumo regular de refrigerante e suco artificial em pelo menos 30% na população adulta, até 2019; e ampliar em no mínimo de 17,8% o percentual de adultos que consomem frutas e hortaliças regularmente até 2019.

 

Outra ação para a promoção da alimentação saudável foi a publicação do Guia Alimentar para a População Brasileira. Reconhecida mundialmente pela abordagem integral da promoção à nutrição adequada, a publicação orienta a população com recomendações sobre alimentação saudável e consumo de alimentos in natura ou minimamente processados.

 

Em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (ABIA), o Ministério também conseguiu retirar mais de 14 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos. O país também incentiva a prática de atividades físicas por meio do Programa Academia da Saúde com mais 4 mil polos habilitados e 2.012 com obras concluídos.

 

QUEDA DA MORTALIDADE – O conjunto de ações do Governo Federal, com expansão do acesso a serviços de saúde, diagnóstico precoce e tratamento, além das ações de promoção da saúde, já impacta na queda de óbitos precoce por Doenças Crônicas Não Transmissíveis. Dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde mostra uma redução anual de 2,6% da mortalidade prematura por doenças crônicas entre adultos (30 a 69 anos).

 

“Aumentamos a identificação das Doenças Crônicas Não Transmissíveis na população, o acesso a assistência, com consultas e busca ativa e também a assistência aos medicamentos para controle o que já demonstra redução significativa nas mortes prematuras por estas doenças. Isso mostra o bom funcionamento das políticas públicas de saúde atingindo a população como um todo”, completou o ministro Ricardo Barros.

 

Com isso, o Brasil já cumpre a meta para reduzir mortalidade por doenças crônicas parte do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil 2011-2022. A meta inicial era de reduzir as taxas de mortalidade prematuras em 2% ao ano até 2022. Anualmente doenças cardiovasculares, respiratórias crônicas, diabetes e câncer respondem por 74% dos óbitos e são a primeira causa de mortes no país.

Fonte: Ministério da Saúde.

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Empossado novo corregedor-geral do MPMA

O Procurador de justiça Eduardo Jorge Hiluy Nicolau, tomou posse como novo Corregedor do MPMA

Em sessão solene do Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Maranhão realizada na manhã desta segunda-feira, 17, no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, foi empossado o novo corregedor-geral da instituição, o procurador de justiça Eduardo Jorge Hiluy Nicolau.

O corregedor-geral do MPMA, que tem quase 37 anos de atuação no Ministério Público do Maranhão, assume o cargo para o biênio 2017-2019. Eduardo Nicolau foi eleito pelo Colégio de Procuradores no último dia 5, quando concorreu com o também procurador de justiça Carlos Jorge Avelar Silva.

Após o juramento do novo corregedor-geral, foi feita a leitura do termo de posse, pela procuradora de justiça Flávia Tereza de Viveiros Vieira, e a assinatura do termo pelo empossado e pelo procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho.

Promotores Corregedores

O procurador de justiça Suvamy Vivekananda Meireles, que deixava o cargo de corregedor-geral do MPMA após o seu quarto mandato, falou sobre os seus quatro anos à frente da Corregedoria, elencando avanços como o Manual de Atuação Funcional do Ministério Público do Maranhão e o Ato Regulamentar Conjunto n° 05/2014, que regulamenta normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Colégio de Procuradores de Justiça, uniformizando nomenclaturas e prazos de tramitação de demandas submetidas ao MPMA.

Suvamy Meireles também lembrou a criação do Grupo de Promotores Itinerantes (GPI), que teve apoio direto da Corregedoria e os provimentos que tratam do estágio probatório dos membros do MPMA e das correições e inspeções nas promotorias de justiça, ressaltando que foram feitas, nos últimos quatro anos, cerca de 300 correições em promotorias e procuradorias de justiça.

O presidente da Associação do Ministério Público do Estado do Maranhão, Tarcísio José de Sousa Bonfim, falou sobre a importância do controle do poder em um regime democrático, papel que no Ministério Público é exercido pela Corregedoria. Para o promotor de justiça, o apoio e a orientação do órgão aos membros da instituição são importantes na busca por resultados efetivos à comunidade.

Tarcísio Bonfim homenageou Suvamy Meireles, que “empunhou como arma maior o diálogo, a orientação e interlocução”, além de lutar pela autonomia da Corregedoria local frente à Corregedoria Nacional do Ministério Público. Em nome da Ampem, seu presidente desejou ao novo corregedor-geral do MPMA sucesso, acreditando no seu empenho em proporcionar condições para que os membros da instituição possam desempenhar suas atribuições.

Eduardo Nicolau afirmou que a confiança depositada pelo Colégio de Procuradores aumenta a sua responsabilidade e o fará mais atento na busca por um Ministério Público mais humano, mais social e mais comprometido com os interesses de quem, por falta de direitos sociais, clama por quem o proteja.

“Esse é o nosso papel: ouvir e agir. E é essa a marca que quero imprimir à gestão da Corregedoria do Ministério Público nesses dois anos”, afirmou o corregedor-geral do Ministério Público do Maranhão. Eduardo Nicolau afirmou que pretende trabalhar para renovar o entusiasmo de cada membro da instituição em seu compromisso constitucional de defesa da ordem jurídica e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.

“Não pouparemos esforços para apoiar cada promotor e promotora de justiça que queira fazer de sua promotoria uma trincheira para a cidadania, para o combate à criminalidade e à corrupção e para a defesa dos direitos transindividuais”, garantiu Eduardo Nicolau. “Mas peço que também venham comigo. Preciso de todos. Vamos juntos renovar o nosso entusiasmo e nos doar mais e melhor para essa sociedade tão sofrida e que quer ver a sua redenção passar por uma parceria com quem foi concebido constitucionalmente para estar ao seu lado”, completou.

O procurador-geral de justiça, Luiz Gonzaga Coelho, falou sobre a Carta de Brasília, documento assinado entre a Corregedoria Nacional do Ministério Público e as corregedorias dos ramos ministeriais visando à modernização do controle das atividades e ao fomento de uma atuação resolutiva do Ministério Público brasileiro, ressaltando a importância das corregedorias nesse trabalho.

“A Corregedoria deve apoiar esses homens e mulheres para que enfrentem os algozes dos interesses sociais que a Constituição nos incumbiu de defender. E apoiar esses homens e mulheres é orientar quando necessário, acompanhar quando preciso e exercer o freio disciplinar quando as ilegalidades de alguma conduta pessoal ou profissional deslegitimarem seu papel de agente do Ministério Público”, afirmou Luiz Gonzaga Coelho.

Por fim, o procurador-geral de justiça parabenizou o procurador Suvamy Vivekananda Meireles por sua atuação frente à Corregedoria e ressaltou a enorme capacidade de trabalho do novo corregedor-geral, Eduardo Nicolau, desejando-lhe sucesso e afirmando publicamente o apoio da Procuradoria Geral às atividades da Corregedoria.

Também compuseram a mesa do evento o subprocurador-geral de justiça para Assuntos Jurídicos, Francisco das Chagas Barros de Sousa; a subprocuradora-geral de justiça para Assuntos Administrativos, Mariléa Campos dos Santos Costa; a ouvidora do MPMA, Rita de Cássia Maia Baptista Moreira; o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Cleones Carvalho Cunha; a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Anildes Cruz; a diretora da Escola Superior do Ministério Público, Ana Teresa Silva de Freitas; o deputado federal Aluísio Mendes; o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando Silva; o defensor público geral, Werther de Morais Lima Junior; e a representante da Controladoria Geral da União, Leilane Maria da Silva.

EQUIPE

Após a solenidade, o corregedor-geral e o procurador-geral de justiça se reuniram para dar posse à nova equipe da Corregedoria do MPMA. Os novos promotores-corregedores são José Márcio Maia Alves, José Lucíolo Gorayeb Santos, Antonio Augusto Nepomuceno Lopes, Carlos Henrique Rodrigues Vieira e Luiz Muniz Rocha Filho. A promotora de justiça Lúcia Cristiana Silva Chagas também vai compor a equipe.

ATRIBUIÇÕES DA CORREGEDORIA GERAL

Integrante da administração superior, a Corregedoria Geral do Ministério Público é o órgão orientador e fiscalizador das atividades funcionais e da conduta dos membros do Ministério Público. Entre suas atribuições, estão as tarefas de fazer correições e inspeções nas Promotorias de Justiça, além de inspeções nas Procuradorias de Justiça.

O corregedor-geral do Ministério Público é auxiliado por um grupo de promotores de justiça-corregedores, integrado por membros da entrância final, indicados pelo corregedor-geral e designados pelo procurador-geral de justiça.

Redação: Rodrigo Freitas / Johelton Gomes (CCOM-MPMA)

Fotografia: Johelton Gomes (CCOM-MPMA)

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Fotos dos Fatos….

Eis algumas imagens da situação da Avenida Dois na Cohab Anil I por descaso exclusivo da Secretaria Municipal de Obras e Serviços da Prefeitura Municipal de São Luis. Vejam as fotos:

 

Cratera em frente de uma Igreja Protestante.

Piscinão da Semosp, já com lixo e areia jogada dentro para amenizar o problema.

Outra do Piscinão da Cohab

Veículo passa dentro do Piscinão

Veículo da própria Prefeitura desviando da cratera

Uma “pequena” cratera na Cohab.

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Todo Feio fica de fora da lista que inclui Decrépito, Boca Mole, Passivo…

“Quem não apareceu está sendo considerado desprestigiado”, disse o Forte sobre a lista da qual não ficou de fora. Nem ele nem o Decrépito, o Boca Mole, o Duro e o Passivo. Já o Todo Feio não está lá.

Forte é o apelido atribuído ao deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP), o Paulinho da Força, em planilhas de pagamentos da Odebrecht a cerca de 200 políticos. Divulgada em 2016 pela Polícia Federal,a lista de codinomes se justapõe agora à dos cem investigados em inquéritos abertos por determinação de Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

Atendem por Decrépito, Boca Mole e Passivo (também chamado de Comuna), respectivamente, os deputados Paes Landim (PTB-PI), Heráclito Fortes (PSB-PI) e Daniel Almeida (PCdoB-BA). O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) é o dono da alcunha Duro.

Em dezembro, o ex-deputado paraibano Inaldo Leitão chegou a protestar contra seu apelido, em post no Facebook intitulado “Todo Feio, Eu?”.

Foi um dos poucos batizados ausentes da lista de Fachin –mas só porque seu caso deixou de ter foro privilegiado e foi enviado para um tribunal de instância inferior.

Não poderiam dizer o mesmo vários frequentadores da alta cúpula de Brasília, como os ministros Romero Jucá (Caju), Eliseu Padilha (Primo) e Moreira Franco (Angorá), todos do PMDB. Os presidentes da Câmara e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE), o Botafogo e o Índio, também são alvos de inquéritos.

Entre os governadores na mira: Santo (Geraldo Alckmin, PSDB-SP), Menino da Floresta (Tião Viana, PT-AC) e Renan Filho (PMDB-AL), filho de outro investigado, o Justiça (senador RenAan Calheiros ).

Três políticos com apelidos no diminutivo, o ex-prefeito do Rio Eduardo “Nervosinho” Paes (PMDB) e os senadores Fernando “Roxinho” Collor (PTC-AL) e Aécio “Mineirinho” Neves (PSDB), teriam recebido milhões superlativos da Odebrecht, segundo delatores.

A Odebrecht também tinha um codinome para o que a Procuradoria-Geral da República chama de “departamento de propina”: Setor de Operações Estruturadas”.

Haja Misericórdia –vulgo Antonio Brito (PSD-BA), deputado também lembrado pelo STF.

ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER da Folha de São Paulo

 

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Lobão Filho dá a senha: Sistema Difusora será vendido

O empresário Edison Lobão Filho em entrevista na tarde desta segunda-feira a um programa na Rádio Difusora AM, de sua propriedade deu a senha do que acontecerá com o seu grupo mediático, TV, FM, Portal Idifusora, e várias emissoras espalhadas pelo interior do estado.

Será vendido em no máximo dois anos, pois já foi assinada uma proposta de compra e venda para outro grupo empresarial, que tem em sua constituição, político de mandato.

Na entrevista, o empresário, suplente de senador, afirma que só ficará com a Difusora AM, mas fará migração para FM, pois a tramitação da documentação já está encaminhada, e serão comprados os equipamentos necessários para a migração, como novo transmissor, mesa e tudo que for necessário para o funcionamento da emissora.

Ele afirmou que, “minha FM será a melhor de todas e terá uma programação recheada de informações, música de qualidade e terá direção de Paulinho Lobão, que está preparada para dirigir o empreendimento”.

Na entrevista, o empresário também fez duras críticas ao Governo do Estado, afirmando que “comunismo não existe mais em nenhum lugar do mundo, e só aqui no Maranhão, com resultados negativos”.

Disse ainda Lobão Filho, “se Lula for candidato, terá o seu voto, pois tudo que ele fez foi destruído pela ex-presidente Dilma Rousseff”.

Indagado se é candidato, afirmou que não é hora de tratar deste assunto, e só falará em candidatura no próximo ano, mas afirmou que se o senador Edison Lobão quiser se lançar, ele o apoiará, pois a vaga é dele (?).

Com relação ao governo, Lobão Filho não titubeou e afirmou que a ex-governadora Roseana Sarney, já está à frente de Flávio Dino que tem hoje uma péssima administração. “Roseana já passou Flávio Dino e se for candidata vencerá a eleição, pela forma como o atual governador vem conduzindo o estado”.

Então depois de “arrendar” o Sistema Difusora, o empresário agora veio a público para afirmar que o destino é mesmo a venda do conglomerado de comunicação, ficando apenas a FM depois da migração da AM, o que naturalmente entristece o povo maranhense.

 

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Ministros dizem que hora de mudar Previdência é agora

 

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira

 

A equipe econômica assumiu um tom mais alarmista para sobre necessidade de o Congresso Nacional aprovar a reforma da Previdência agora. Os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Planejamento), advertiram que direitos dos aposentados poderão ser cortados num futuro próximo e a economia não se recuperará bem neste ano.

As manifestações acontecem dias após o presidente Michel Temer ter cedido aos apelos políticos e aberto mão de importantes pontos da proposta original e que vão reduzir a economia prevista. “Temos a oportunidade de fazer a reforma da Previdência sem cortar direitos”, afirmou Oliveira, acrescentando que, se ela for postergada por mais dois ou três anos, essa “janela se fecha”. Meirelles seguiu na mesma linha: “a solução lá na frente será muito pior”, afirmou ele.

Diante da constatação de que não teria condições de aprovar a reforma da Previdência como está, o governo admitiu na semana passada alterar a proposta em pelo menos cinco pontos mais sensíveis, que podem reduzir a economia em 115 bilhões de reais ao longo de dez anos. Também, na última sexta-feira, o governo elevou expressivamente a meta de déficit primário para o governo central em 2018, a 129 bilhões de reais.

Meirelles disse ainda que a aprovação mais rápida da reforma da Previdência é fundamental para a recuperação da economia em 2017. Já Oliveira destacou que, sem a reforma, os juros estruturais do país serão mais altos e que o governo está propondo uma reforma gradual, que não reduz benefício e não aumenta a carga tributária para os aposentados. “Se não fizermos reforma, em dez anos a Previdência vai responder por 80%das despesas do governo”, e com isso, “o governo estaria inviabilizado”.

Segundo o ministro do Planejamento, a proposta é de que o trabalhador rural contribua para Previdência com o equivalente a 5% sobre o salário mínimo (o que corresponderia a 46,85 reais atualmente).

(Com Reuters)

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Hildo Rocha cobra solução para problemas de conjuntos do Minha Casa Minha Vida

O deputado federal Hildo Rocha (PMDB/MA) e o empresário Aristides Milhomem participaram de reunião com a Secretária Nacional de Habitação, do Ministério das Cidades, Maria Henriqueta Alves, para dar prosseguimento às ações em busca de soluções para o problema do conjunto Habitacional Alto da Trizidela, de Barra do Corda.

 

Rocha disse que a demora na entrega motivou a invasão dos imóveis. “Nós solicitamos a imediata solução dos problemas para que os beneficiários possam usufruir da sua casa própria com tranquilidade”, declarou Hildo Rocha.

 

Em fevereiro deste ano o Hildo Rocha denunciou o estado de abandono dos imóveis que permaneciam fechados há mais de dois anos. Poucos dias depois, o deputado se reuniu com diretores da Caixa Econômica Federal (CEF) em busca de justificativas para a demora na entrega das casas que permaneciam fechadas há aproximadamente dois anos.

 

Estreito

Hildo Rocha solicitou a imediata liberação da ocupação das casas de um conjunto habitacional da cidade de Estreito e reivindicou a aprovação de demandas de entidades que fizeram propostas para aquisição de casas pro meio do Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR). “Nós apresentamos também uma relação de municípios para que estes sejam contemplados coma faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida, com conjuntos habitacionais de até 500 casas”, destacou o parlamentar.

 

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